Analfabetismo Funcional
Tema: Analfabetismo funcional no Brasil: por que esse problema ainda persiste?
Em países como Japão e Suíça, a educação é tratada com seriedade, pois esta é primordial para o desenvolvimento da nação. No Brasil, entretanto, além de o estudo não ser levado à sério, o analfabetismo funcional tem se tornado nocivo para a sociedade. Isso se deve a falta de uma alfabetização adequada e a desvalorização dos educadores.
Em primeira análise, pode-se apontar a quantidade exagerada de notícias falsas sendo disseminadas atualmente. Onde (Reveja pronomes relativos), (Sem vírgula) o analfabeto funcional, sem compreender o que lê, acaba por acreditar nas chamadas popularmente de “fakenews” (Observe como essa discussão se relaciona com as ideias iniciais. Reestruture). Com a massa populacional de baixa renda sendo a mais atingida pela falta de investimento do poder público na educação desse contingente populacional. (Problemas na progressão de ideias. Reestruture as discussões)
Cabe também ressaltar que o profissional da educação, em nosso (Evite ideia de primeira pessoa) país, é extremamente desvalorizado. Principalmente em escolas públicas, o professor é obrigado a trabalhar em condições precárias como em salas de aula mau mal equipadas e sem nenhum tipo de conforto (Reelabore essa discussão. Abordagem superficial do tema proposto). O que pode acarretar desmotivação para o educador. Desse modo, é inadmissível não dar a devida atenção as pessoas que dedicam suas vidas a lecionar. (Não compreende a estrutura do texto. Reformule)
O Governo brasileiro, portanto, precisa melhorar a forma de lidar com a educação, principalmente na classe de baixa renda. Iniciando com a educação básica e dando incentivo a leitura, sem esquecer de prezar pelo educador. Com isso, o analfabetismo funcional poderá ser um problema solucionado com o tempo. (Reelabore a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 100 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 500 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |