A educação e seus caminhos contra o analfabetismo funcional no Brasil.
Tema: Analfabetismo funcional no Brasil: por que esse problema ainda persiste?
No livro "Cidadão de Papel", de Gilberto Dimenstein, é mostrado a correlação entre o analfabeto funcional e a falta de liberdade acerca do seu papel como cidadão, que é causado pela pouca informação ao a qual ele tem acesso (Essa discussão pode ser mais explorada). Nesse sentido, o analfabetismo funcional no Brasil traz sérias consequências para o país, tais como a desinformação e problemas sociais, reflexo de anos de educação falha e negligências nesse setor. (Discussões pertinentes, no entanto é preciso melhorar a progressão de ideias)
Uma das vertentes dessa problemática é a falta de informações que tais indivíduos estã acometidos(Abordagem superficial), comprometendo seriamente suas escolhas perante assuntos de natureza política, pois é mais difícil avaliar propostas e perceber contradições, sendo assim, isso afeta de maneira significativa no resultado de eleições e afins.(Discussão superficial. Evite períodos longos)
Em um país onde há milhões de analfabetos acima dos 15 anos de idade percebe-se que existe uma educação falha (Melhore a construção dessa ideia), logo, há problemas que são desencadeados (Explore mais essa discussão), contribuindo para baixos indicadores sociais e afetando, de certo modo, a economia da nação, pois a situação em áreas socias em um país revela a situação real em que ele se encontra política e economicamente. (Abordagem superficial do tema proposto. Reestruture as discussões e evite períodos longos)
Como forma de amenizar tal cenário, o Governo deve realizar investimentos na educação básica que estimulem o pensar e a criatividade através de novos métodos de ensino (Desenvolva mais essa discussão), pois como diz Gilberto Dimenstein "se um país é a árvore, as crianças são os frutos". Ademais, deve também promover campanhas publicitárias que incentivem jovens e adultos a lerem, para que dessa forma possam desenvolver suas ideias e pensamentos. Ainda nessa perspectiva, os empresários, juntamente com o Governo, devem realizar projetos que estimulem a leitura em suas empresas como forma de disseminar tal hábito, contribuindo de maneira idônea contra o analfabetismo funcional no Brasil.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 150 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 150 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 150 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 150 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 700 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |