Analfabetismo funcional no Brasil
Tema: Analfabetismo funcional no Brasil: por que esse problema ainda persiste?
Entende-se por analfabetismo funcional o fato da pessoa não compreender textos simples, embora saibam decodificar as letras, frases ou textos. O Plano Nacional de Educação tinha uma meta para 2015 de baixar o índice para 6,5%, a fim de acabar com o analfabetismo até 2014. (Apresente a tese)
Os últimos dados publicados em junho de 2019 pelo IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revela a existência de 11,3 milhões de pessoas com mais de 15 anos analfabetas(6,8 de analfabetismo). No mundo são mais de 750 milhões. (Não compreende a estrutura do texto. Articule as ideias apresentadas)
O Índice Nacional de Analfabetismo Funcional (Inaf), feita (Como assim?) em parceria com o ibope, apontou em 2018 que cerca de 30% dos brasileiros entre 15 e 64 anos são analfabetos funcionais. Significa dizer que o número de pessoas com dificuldade de interpretar é maior se comparado com as pessoas sem letramento. (Desenvolvimento superficial das discussões)
Neste caso o problema não é por falta de condições financeiras para poder tem um ensino qualificado, (Reelabore essa construção) nem por motivos familiares ou religiosos, mas, por causa da dificuldade para se concentrar e conseguir absorver o que foi lido ou ensinado. Por causa dessa dificuldade muitas pessoas aprendem até a ler e escrever mas (Como assim?) dificilmente consegue interpretar a colocação de um texto ou frase em determinados momentos e locais. (Desenvolvimento superficial. Reelabore as discussões)
Por este motivo hoje em dia existe as vídeos-aulas onde (Reveja pronomes relativos) boa parte dos alunos conseguem entender, absorver e interpretar a matéria através do ouvir. As inovações na forma dos professores ensinarem também pode ajudar, como por exemplo: explicar o assunto por meio de parodias, peças teatrais, exemplos do cotidiano. Todos estes meios podem se tornar eficazes se colocado em prática por todos os professores e também pela própria pessoa em questão. (Reelabore e apresente a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 50 | Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 450 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |