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Desde muitas décadas (Reelabore essa ideia) o analfabetismo funcional brasileiro é uma problemática na história do país. Isso, (Sem vírgula) dá-se devido ao tipo de método de aprendizagem e a falta de investimentos na área de educação. (As discussões iniciais precisam ser mais desenvolvidas)
O método de aprendizagem brasileiro apresenta-se cheio de falhas, já que não excita (Reveja a seleção lexical) os jovem a pensar e refletir (Desenvolvimento limitado da discussão apresentada). Além do mais (Reveja elementos coesivos), as escolas não ensinam aos adolescentes a estudar de forma aguardar o conteúdo, pois muitas das vezes o conhecimento é armazenado até o dia da prova após isso, conhecimento se perde (Reelabore essa discussão). Ademais, ausência de aplicar o conhecimento no cotidiano causa desinteresse aos adolescentes uma vez que, segundo Perpétuo e Gonçalves, aulas dinâmicas otimizam aprendizado. (Ausência de progressão de sentido. Reelabore as discussões apresentadas)
Vale destacar, também, que a falta de investimentos na Educação Básica faz aumentar as taxas de analfabetismo. Isso, (Sem vírgula) pode ser relacionado à falta de investimentos e planejamento de incentivo à leitura, porque, (Sem vírgula) de acordo com a Unesco (As discussões não pertencem ao mesmo campo semântico), Organização das Nações Unidas para a educação ciência e cultura, no Brasil, os brasileiros leem pouco. Isto é, cerca de 1,8 livros por ano (Vírgula) enquanto outros países como Alemanha a população e cerca de 7 livros. (Problemas na construção de sentido. Reestruture e delimite as discussões apresentadas)
A partir dessas considerações, (Evite esse tipo de construção. Reveja elementos coesivos) fica evidente que essa tribulação sobre o analfabetismo ainda persiste devido aos métodos ineficazes de educação. Afinal as ações governamentais, a exemplo, (Sem vírgula) o Ministério da Educação (Vírgula) deve estudar meios e formas (Vírgula) a fim de instruir as escolas para formar cidadãos que assimilam e compreendem o conteúdo de forma eficaz. (Reestruture as discussões e elabore a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
50 |
Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
350
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |