O corpo não pode existir
Tema: Analfabetismo funcional no Brasil: por que esse problema ainda persiste?
A educação acadêmica ao decorrer dos anos foi se tornando uma necessidade para concorrer a vagas de emprego, provas de concursos (Reelabore essa discussão), logo pensamos (Evite ideia de primeira pessoa) que a falta dessa educação acadêmica é um problema (Reformule essa discussão) de uma pequena porcentagem da população, mas essa não é a realidade do Brasil. (As discussões iniciais precisam ser reelaboradas e desenvolvidas de acordo com o tema proposto)
Como Thomas Jefferson disse: "Quando o mundo estiver em busca do conhecimento e não mais lutando por dinheiro e poder, então nossa sociedade poderá enfim evoluir a um novo nível." (Melhore a relação entre as ideias apresentadas) Essa frase explica muito bem o motivo (Reestruture essa ideia) pelo qual o analfabetismo funcional ainda é um grande problema em nossa (Evite ideia de primeira pessoa) sociedade, a falta de investimento na educação causa, além do analfabetismo funcional, violência, desempregos e principalmente a perda de diversas pessoas que com esse conhecimento poderiam realizar descobertas únicas. (Abordagem superficial. Reestruture as discussões)
De acordo com a lei da inércia de Isaac Newton: "Um corpo permanece em repouso/movimento até que uma força externa atue sobre ele." Pensamos (Melhore a progressão de sentido. Evite primeira pessoa) no corpo como o analfabetismo funcional, a incapacidade de interpretar simples textos, e essa força externa como as cotas para estudantes de redes públicas, ou seja, essa força tinha a função de parar/movimentar o corpo, algo que era para ser a solução acabou de tornando um problema, pois admite a falta da educação. (Reveja as discussões apresentadas)
É necessário investimento na educação pública, e o incentivo para os jovens cada vez mais (Problemas na construção de sentido) adquirirem conhecimento, o Brasil precisa de mais mão de obra qualificada. (Reelabore e apresente a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 50 | Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 50 | Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 20 | Nível 1 - Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto. |
| Nota final | 320 | Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |