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De acordo com a Organização Mundial de Saúde (Apresente a sigla), considera-se gravidez precoce quando a menina engravida entre 10 aos 19 anos. A gravidez na adolescência é um tema relevante na realidade social brasileira. Tradicionalmente está associada à cultura e à dificuldade de acesso aos métodos contraceptivos, podendo causar consequências desagradáveis tanto para a saúde da gestante, quanto, (Sem vírgula) para o bebê. (Reestruture e articule as discussões iniciais. Apresente a tese)
(Observe a falta de progressão de ideias) Em primeiro plano, observa-se, sobretudo, maior chance de parto prematuro, rompimento precoce da bolsa e aborto espontâneo, por exemplo, visto que as adolescentes não estão totalmente prontas fisicamente para uma gestação. Ademais, outra consequência importante é o fato de que elas não estão preparadas emocionalmente, pois pode gerar depressão pós-parto ou até mesmo durante a gravidez, diminuição da autoestima e problemas afetivos entre a mãe e o bebê (As discussões são pertinentes, porém precisam ser delimitadas e mais articuladas). Outro ponto relevante é que com a gravidez precoce muitas mulheres abandonam os estudos ou o trabalho, já que acreditam que não é possível conciliar as duas coisas. (Problemas com a progressão de sentido. Reestruture as discussões apresentadas)
Apesar de as informações sobre o assunto estarem cada vez mais acessíveis (Desenvolva mais essa discussão), como ações educativas que tratam a respeito do uso de preservativo, a utilização de contraceptivos, o Brasil tem gravidez na adolescência acima da média quando comparado a países latino-americanos (Desenvolva mais essa discussão), segundo dados da OMS. (Desenvolvimento superficial. Reestruture)
Diante disso, é dever do Estado, em sentido amplo, a implantação de políticas públicas, tanto nos lares como também nas escolas de todo o país, objetivando a conscientização da sociedade - especialmente o grupo formado pela população jovem (Reelabore essa proposta). Outra medida eficaz a ser adotada é a expansão do acesso a métodos anticoncepcionais (Vírgula) e que sejam iniciados programas de educação sexual para homens e mulheres. (As ideias precisam ser mais articuladas)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
450
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |