Gravidez na adolescência no Brasil

Tema: Gravidez precoce: um problema?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 06/02/2020
Nota tradicional: 400
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No filme "Mary Shelley", exibido pela provedora global de televisão Netflix, é retratado a vida de uma adolescente. Nele, a protagonista se apaixona e acaba engravidando aos seus 16 anos de idade (Melhore a relação de ideias com o período anterior). Na vida real, o mesmo acontece constantemente no Brasil, visto que não há medidas eficazes de prevenção. Isso ocasiona numa série de nascimentos não planejados que trazem consequências, como o risco de vida de meninas e a evasão escolar das mesmas (Use quando houver ideia de igualdade)(As discussões precisam ser mais articuladas para melhorar a construção de sentido)

Dados revelam que (Quais dados? Apresente a fonte), em 2011, o país teve 2.913.160 nascimentos, sendo 533.103 nascidos de meninas com idade entre 15 e 19 anos (Vírgula) e 27.785 nascidos de meninas de 10 e 14 anos. (Melhore a progressão de ideias) Além disso, 30% das garotas que engravidaram na adolescência acabam tendo outro filho no primeiro pós-parto. Essas pesquisas mostram que quanto menor for a idade da menina (Vírgula) maior serão os riscos que um filho(a) poderá trazer na sua vida sexual, psicológica, estudantil e familiar. (Discussões pertinentes, no entanto precisam ser reestruturadas e mais articuladas)

Esse problema pode ser solucionado se instituições, como escolas, fizerem palestras de educação e conscientização sexual (Proposta superficial). O governo tem por sua obrigação a distribuição de anticoncepcionais, como a camisinha,  (Reformule essa ideia) para que a população usufrua desses métodos contraceptivos. Além disso, é de extrema importância o acompanhamento familiar e profissional, no caso psicólogos, para evitar uma possível gravidez indesejada. (Reestruture e apresente a proposta de intervenção)

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 100 Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 50 Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 100 Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 50 Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto.
Nota final 400 Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos