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O “Cine Sesi”, evento criado pelo grupo SESI, tem como objetivo primordial levar a arte do cinema às ruas, buscando possibilitar que as pessoas mais desfavorecidas socialmente tenham conhecimento do tipo de cultura (Melhore essa construção). Nesse sentido, vale ressaltar que a intenção da organização é democratizar o acesso ao cinema, contudo, encontra-se impossibilitada, dado que não recebe contribuições diretas do Estado para maiores progressos. Assim sendo, essa realidade desgastante se faz real devido à negligência estatal, (Sem vírgula) em não colaborar com o divertimento da população, bem como em detrimento do ideal enraizado na sociedade de que o cinema é uma cultura elitista. (Melhore a progressão de ideias. Limite as discussões e apresente a tese)
Em primeira ordem, de acordo com a Constituição Federal de 1988, o lazer é um direito do cidadão. Todavia, a prática deturpa a teoria, uma vez que o Poder Público não direciona verbas significativas para consolidar o imperativo constitucional (Reveja essa discussão). Então, no que tange à democratização do acesso ao cinema no corpo social, essa falha monstruosa de falta de investimento governamental se torna um empecilho, pois com essa inoperância não existem maneiras de possibilitar a inclusão dessa cultura no cotidiano dos tupiniquins. (Reelabore as discussões apresentadas nesse parágrafo, pois estão isoladas e, em alguns casos, incoerentes)
Somado a isso, na Grécia Antiga, o cinema — que na época, pela inexistência de muitos adereços tecnológicos, era teatral — era visto como um tipo de arte da elite grega. De maneira análoga, hodiernamente (Clichê), o ideal criado no passado cresce de maneira exponencial na sociedade, já que a presença das classes médias e altas nas salas de cinema é gritante, além dos valores do ingressos serem altíssimos. No entanto, o projeto do grupo SESI serve para quebrar esse estereótipo e para propor às comunidades carentes o discernimento e a experiência destes no ambiente das telas. (Reelabore as discussões desse parágrafo. Delimite as ideias)
Diante desses impasses, urge que o Ministério da Educação e da Cultura inclua no planejamento das escolas públicas —as quais possuem maior parte do público carente — passeios culturais, como idas ao cinema, além de custear a ida dos alunos por meio de um maior percentual de investimento — o qual será possibilitado por uma mudança na Lei de Diretrizes Orçamentárias—, com o fito de exercer a ordem constitucional de direito ao lazer na comunidade, além de democratizar o acesso ao cinema. Por outro lado, cabe ainda ao Ministério contribuir com projetos sociais de cinema nas ruas, para propor um maior avanço no processo inclusivo. (Reelabore a proposta de intervenção)