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A Declaração Universal dos Direitos Humanos-promulgada pelas Nações Unidas em 1948-garante a todo indivíduo o direito à cultura e ao bem-estar. No entanto, os desafios no acesso igualitário da população brasileira ao cinema, seja pela desigualdade de renda, seja pela falta de infraestrutura, vão em oposição a esses direitos. Assim, hão de serem analisados tais fatores. (Discussões pertinentes, porém precisam ser mais desenvolvidas)
Em primeira análise, cabe pontuar que a desigualdade de renda é um dos principais fatores relacionados a essa problemática. Conforme reportagem divulgada pelo Estadão, jornal brasileiro, a disparidade econômica entre ricos e pobres aumentou 20% entre 2017 e 2018. Nessa lógica, é indubitável, lamentavelmente, o valor desse revés na gênese de tal quadro, visto que muitas famílias brasileiras não possuem recursos financeiros suficientes e, por fim, não podem frequentar esses espaços de lazer. (Ótimas discussões, no entanto precisam ser mais articuladas)
Ademais, cabe ressaltar que a falta de infraestrutura é outro valioso agente causador dessa situação. No livro "Utopia", Thomas Morus, escritor renascentista, descreve uma cidade ideal, (Sem vírgula) em que todos os cidadãos têm acesso aos bens culturais e de entretenimento, pois o Estado garante a plena igualdade. Nesse sentido, é inexorável, infelizmente, que a falta de investimentos na infraestrutura, por exemplo, cinemas públicos, rompe com essa máxima e perpetua esse desigualdade. (Melhore a construção dessa ideia)
É evidente, portanto, que medidas devem ser realizadas, (Sem vírgula) com o objetivo de pôr em prática os direitos assegurados pelas Nações Unidas. Sendo assim, o Senado, por este ser o principal agente organizador da vida social, deve investir na criação de cinemas públicos, por meio de emendas de lei e de alterações na Constituição, com a participação de Deputados e empresas privadas. Espera-se, com isso, a plena democratização do acesso ao cinema na sociedade brasileira. (Reelabore a proposta de intervenção)