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O Brasil é um país marcado por profundas diferenças socioeconômicas e, com isso, há notáveis dissiparidades disparidades entre a qualidade do lazer em cada região. O cinema, por exemplo, se restringe majoritariamente aos grupos pertencentes às classes média e alta, excluindo socialmente aqueles cujo poder econômico é mais restringido (Melhore a construção dessa ideia). Há, no Brasil, diversas leis que buscam democratizar o uso de eventos de lazer, como o cinema, porém, nem sempre, (Sem vírgula) se mostram eficientes. (Discussões pertinentes, no entanto precisam ser reestruturadas)
Atualmente, a Constituição Federal garante que idosos e estudantes tenham acesso ao cinema através da meia entrada, ou seja, paga-se metade do preço regular. Essa lei constitui uma tentativa frustrada de democratização, uma vez que as salas de cinema no Brasil são má distribuídas, elas se concentram em áreas de maior urbanização e, por consequência, maior foco de renda (Reelabore essa ideia). O Norte e Nordeste, por se constituírem nas áreas de menor participação do Produto Interno Bruto (PIB), demonstram que possuem menor renda, ou seja, há menor número de salas, o que exclui as classes mais baixas. (Reelabore as discussões apresentadas, pois estão superficiais)
Ademais, sabe-se que os distúrbios mentais são graves problemas no século XXI e podem ter diversas causas, entre elas a exclusão social. A falta de investimentos em lazer nessas regiões brasileiras pode causar esse sentimento, levando o indivíduo a desenvolver um distúrbio, o que poderia se tornar um sério caso de saúde pública. (Como assim? Como essa discussão se relaciona com o tema? Reformule)
Em suma, é possível concluir que ainda não há, no Brasil, uma total democratização do acesso ao cinema. Para atenuar a problemática, (Sem vírgula) é necessário a construção de salas de cinema por parte de órgãos governamentais, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Essa medida teria como objetivo levar maior lazer à essas regiões e garantir que a exclusão social sofrida não se tornasse em uma epidemia de distúrbios psicológicos, o que poderia então se transfigurar em um problema de saúde pública. (Reelabore a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
20 |
Nível 1 - Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto. |
| Nota final |
370
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |