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Promulgada pela ONU (Desenvolva a sigla), em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto da teoria, uma vez em que a importância das vacinas é algo muito bom para a sociedade (Reestruture essa ideia), mas apresenta barreiras que dificultam esse entendimento. Esse cenário antagônico é fruto tanto do movimento antivacina, quanto da alienação dos pais, (Sem vírgula) que não levam seus filhos para tomarem as vacinas. Diante disso torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade. (Reestruture as discussões do parágrafo de introdução para garantir a progressão de ideias)
Convém ressaltar, a princípio (Vírgula) que o movimento antivacina é o fator determinante para a existência do problema. De acordo com o Instituto Mundial Saúde (OMS) (Vírgula) o movimento contra as vacinas é algo fora da realidade (Desenvolva mais essa discussão nesse parágrafo). Cerca de 3 milhões de mortes são evitadas por conta da vacinação e mais 1,5 milhões poderiam não acontecer se extinguissem esse movimento. (Abordagem superfical do tema)
De mesmo modo, destaca-se que a falta de informação dos pais é o impulsionador do impasse. Já que por conta de fake news e boatos os pais são convencidos a não vacinarem seus filhos (Discussão superficial. Reelabore). Diante de tal contexto é inaceitável que a falta de informação sobre vacinas persista na sociedade, mesmo com vários dados provando o contrário. (Falta de progressão de ideias. Reformule as discussões)
Portanto, algo precisa ser feito com urgência para amenizar a questão. Logo o governo (Vírgula) por meio de palestras sobre tal assunto, deve educar e informar as pessoas, (Sem vírgula) para não correrem esse risco que é a falta de vacinação (Melhore a construção de sentido). Nesse sentido, o intuito de tal ação é fazer com a que a insistência desta ação desapareça. Somente assim esse problema será gradativamente erradicado, pois, conforme Gabriel o Pensador (Dois pontos) “ na mudança do presente a gente molda o futuro”. (Reelabore a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |