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A partir de 1500, período do “descobrimento” do Brasil, muitos europeus desembarcaram no país, (Sem vírgula) trazendo doenças que antes não existiam no território (Vírgula) e que consequentemente dizimaram milhares de povos indígenas. Apenas séculos depois começaram a ser criadas as primeiras vacinas, que tiveram extrema importância para a sobrevivência da humanidade. Mesmo assim, muitas pessoas ainda não dão a importância necessária para a vacinação (Reestruture essa discussão), o que faz disso um problema grave e que precisa ser resolvido. (Relacione mais as discussões com os fatos apresentados)
Primeiramente, é importante compreender os principais fatores que estão fazendo com que as pessoas estejam deixando de vacinar (Essa discussão precisa ser reestruturada). Um deles é a disseminação de boatos em relação aos efeitos das vacinas, também conhecidos como “fake news”, o que provoca medo em muitas pessoas (Abordagem superficial), principalmente nas que possuem baixo ou nenhum grau de escolaridade e que, portanto, têm maior facilidade em serem influenciadas por informações falsas. (Abordagem superficial do tema proposto. Reestruture)
A falta de conhecimento por parte da população já fez com que movimentos contra a vacinação surgissem no Brasil, como a Revolta da Vacina, em 1904. Esse movimento se caracterizou pelo descontentamento das pessoas com a aplicação forçada de vacinas, substâncias até então desconhecidas pela maioria da sociedade brasileira da época. (O fato apresentado precisa ser articulado para construir a argumentação. Reelabore)
Diante disso, pode-se concluir que o Ministério da Saúde deve investir em campanhas de incentivo à vacinação e de conscientização sobre a importância e reais efeitos das vacinas. Essas campanhas devem ser realizadas nos principais veículos de comunicação, com o intuito de atingir todas as classes da sociedade. Além disso, é importante que sejam criados um número de telefone e um site para que as pessoas possam esclarecer dúvidas e checar informações em relação às vacinas. Através dessas medidas, boatos poderão ser desmistificados e movimentos como a Revolta da Vacina não voltarão a acontecer. (Reelabore a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |