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Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas são alguns
dos objetivos relacionados à vida terrestre da Agenda 2030, criada em 2015, e as-
sinada por 193 países. Entretanto, de forma análoga, nos dias atuais, o número de
desmatamentos e queimadas na floresta amazônica têm crescido, ao longo dos
anos, de maneira assustadora. Precisamos (Evite ideia de primeira pessoa), portanto, analisar as causas e conse-
quências dessa problemática, como também possível medida em nosso (Reestruture as ideias apresentadas) país.
Inicialmente, segundo as palavras do filósofo, teólogo, organista e médico ale-
mão Alber Schewitzer, entre o século XIX e XX, vivemos (Evite ideia de primeira pessoa) em uma época perigosa.
O homem domina a natureza antes que tenha aprendido a dominar a si mesmo (Evite esse tipo de construção).
Concernente a esse pensador, inevitavelmente, em pleno século XXI, vemos (Evite ideia de primeira pessoa) ter-
rivelmente ações do ser humano contra um bem precioso, que é o meio ambien-
te, pois não cuida de forma eficiente, de maneira que evite problemas futuros. Ne-
cessitamos, logo, mudar esse posicionamento da sociedade brasileira.
Consequentemente, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Pesquisas
Espaciais ( Inpe ), publicado no G1, agosto desse ano foi o pior mês para a Amazô-
nia desde 2010. O número de queimadas na região triplicou em relação ao mesmo
período do ano passado. É inadmissível, (Sem vírgula) que num país (Vírgula) o qual faz parte de um con-
trato tão importante da Organização das Nações Unidas, permaneça nesse deslei-
xo com algo essencial para a vida, respiração, umidade do clima, entre outros.
Sendo assim, a fim de que alcancemos desenvolvimento sustentável na prática,
convém ao governo, (Sem vírgula) investir e implementar fiscalizações nas áreas da floresta ama-
zônica, com profissionais do meio ambiente, de modo que orientem as pessoas as
quais administram o local sobre a importância de conservá-la, como também a pe-
na que receberá de multa, caso ultrapassem os limites permitidos de queimação e
desmatamento. Desse modo, certamente teremos diminuição de tal problemática
no Brasil.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
450
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |