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Desde o iluminismo, (Sem vírgula) entende-se que uma sociedade que propéra (?), (Sem vírgula) é uma sociedade que se preocupa com o problema do próximo. No Brasil esse ideal consta na teoria, mas não na prática, um reflexo disso é a má distribuição de renda, enquanto uns acumulam fortunas, outros não conseguem nem o suficiente para se alimentar (Reelabore essa construção). Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade mais integrada seja alcançada.
Hodiernamente, seria racional acreditar que, ocupando a nona posição na economia mundial, o Brasil não sofreria com este problema. Mas a realidade é justamente o oposto. Segundo o portal de notícias G1, só em Fortaleza existem cerca de 204.177 famílias na extrema pobreza. Diante do exposto é lamentável a postura do Estado, (Sem vírgula) que não promove políticas visando mudar a realidade desta parcela da população. (Desenvolvimento superficial)
Faz-se mister, ainda (Vírgula) salientar o sistema no qual estamos (Evite ideia de primeira pessoa) inseridos, o capitalismo, como impulsionador do problema. Segundo Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e economicas é característica da "modernidade liquida" vivida no século XXI. Nesse contexto, o acúmulo de riquezas se torna possível , consequentemente ampliando a desigualdade, além de promover o individualismo e a falta de empatia com quem passa por alguma necessidade. (Discussões superficiais. Reestruture as ideias)
Infere-se, portanto, que ainda há entraves na construção de políticas que busquem um mundo melhor. Dessa forma, urge que o Estado, por meio de reformas, promova políticas de redistribuição de renda, estipulando um teto salarial geral, para qualquer profissão, assim os efeitos do capitalismo podem ser amenizados. Dessa maneira, o Brasil pode superar a fome e desigualdade. (Reelabore a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
20 |
Nível 1 - Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto. |
| Nota final |
470
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |