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A fome no Brasil é um problema que ainda persiste no país. Apesar da grande extensão territorial do Brasil e de seu enorme potencial agrícola, problemas como a desigualdade social e a concentração fundiária fazem com que pessoas não tenham o suficiente para sua nutrição, apesar do país ter alimentos em quantidade suficiente. Uma pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostrou que 7 milhões de brasileiros ainda passam fome e muitos outros têm alimentos insuficientes. (Reelabore as discussões iniciais e formule a tese)
A luta contra a fome no Brasil teve uma atenção especial durante o governo Lula, quando foram criados programas sociais como Fome Zero, sistema que possibilitou alimentação para a população brasileira, facilitando o acesso, consumo saudável e melhoria na saúde, junto ao Bolsa família buscando fazer distribuição direta de renda em 2014. (Problemas na construção de sentido)
Principais causas de avanço da subnutrição são crises econômicas e a desigualdade ao acesso (Melhore a construção de sentido). No Brasil 2,5 da população passou fome em 2017, corresponde a 5,2 milhões de pessoas, números em que vêm crescendo. (Reelabore as discussões)
Nesta desigualdade social e de gênero (Reveja essa discussão), com a má distribuição afeta principalmente a população mais pobre e mulheres (Melhore a construção de sentido). Em que políticas públicas se tornam importante em para combater não só a fome (Vírgula) más mas também suas causas, diz Julio Berdegué (Vírgula) representante da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura). (Reformule)
A população não conta com alimentos suficientes para satisfazer suas necessidades, o nível está abaixo do limite de consumo mínimo energético para um indivíduo, confirma estatísticas da Organização Mundial da Saúde. (Não compreende a estrutura do texto)
Para diminuir a fome no país é preciso manter investimento de segurança alimentar em diversas áreas tanto no meio rural quanto no urbano, como: políticas de transferência de renda; programas de atenção médicas; bancos de alimentos. Isso permite a população mais pobre acesso a alimentos através de poder público. (Reelabore a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
50 |
Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
350
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |