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Como disse o poeta e dramaturgo Bertolt Breacht, (Dois pontos) “Para quem tem uma boa posição social, falar de comida é coisa baixa. É compreensível: eles já comeram.”. Visto isso, é possível afirmar que a fome e a desigualdade social estão diretamente ligadas. No Brasil é algo muito presente e pouco discutível, pois os órgãos responsáveis não são atingíveis diretamente por essas questões. (Reestruture as discussões apresentadas e elabore a tese)
É válido ressaltar que outros motivos agravam a situação, como a crise econômica que atinge o país e gera milhares de desempregados, o que resulta em famílias sem condições para se manterem, atendendo assim suas necessidades básicas (Melhore a construção de sentido). Temos (Evite ideia de primeira pessoa) também as características climáticas, como a seca e as enchentes que afetam àqueles que dependem da atividade agrícola para sua renda ou até mesmo para seu próprio sustento. (Superficialidade. Reestruture as discussões)
Outrossim, é que mesmo o governo implantando projetos sociais, como “Fome Zero” e “Bolsa Família”, criados no ano de 2014 (Reveja essa ideia), não foi o suficiente para uma solução definitiva. Um relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (Apresente a sigla), mostra que no Brasil, no ano de 2017, 2,5% da população, ou seja, mais de 5 milhões de pessoas ainda passavam fome ou tinha alimentação insuficiente. (Reestruture as ideias apresentadas. Desenvolvimento superficial))
Baseado nisto, vemos (Evite ideia de primeira pessoa) que a fome e a desigualdade social ainda são um problema a ser discutido e solucionado no Brasil. Cabe ao governo, juntamente com órgãos competentes, tomarem medidas válidas para que todos os atingidos possam ter garantias de mão de obra valorizada, vivendo assim de forma confortável, tendo suas necessidades supridas. (Reformule a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |