Tema: Fome: um retrato da desigualdade social no Brasil

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 12/08/2019
Nota tradicional: 400
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A grilagem foi amplamente utilizada por proprietários de grandes terras no Brasil.A concentração de terras pelos latifundiários é um dos grandes agravadores da fome e da desigualdade social no Brasil, especialmente no campo, pois restringe o acesso à terra- para pequenos produtores - e a alimentos com preços acessíveis. A fome pode ser combatida através de mobilizações de âmbito federal, municipal e comunitário. (Desenvolva mais as discussões iniciais)

Segundo o senso de 2006, o mais recente, os latifundiários representam 0,91% do total de proprietários rurais e concentram 45% de todas as terras cultiváveis brasileiras. Tal fato expressa uma ampla desigualdade no meio agrário, (Sem vírgula) que dificulta o acesso e o mantimento de terras para pequenos produtores que vivem e alimentam suas famílias do que provem da terra (Melhore a construção de sentido). Entretanto é possível amenizar tal disparidade por meio da distribuição de terras obsoletas, confiscadas e distribuídas pelo ministério da agricultura, para famílias que vivem em regiões de extrema pobreza, sendo essas terras um lugar onde  (Reveja pronomes relativos) possam viver e produzir seu próprio alimento. (Discussões pertinentes, no entanto as ideias precisam ser delimitadas)

Os latifúndios afetam também muito o acesso a comida no meio urbano, (Sem vírgula) pois, (Sem vírgula) produzem, quase que, apenas para a exportação de alimentos que servem como matéria-prima para a produção de outros alimentos, como a soja, e ao mandá-los para o exterior, onde são industrializados (Vírgula) retornam ao país superfaturados, ou seja, o preço aumenta e fica de difícil acesso as pessoas de baixa renda que acabam por passar fome, que no meio urbano pode ser reduzida por meio da criação de hortas comunitárias, onde caberia as prefeituras cederem os espaços e as hortaliças, já a comunidade caberia mobilizar-se para planejar e fazer a horta, além de mantê-las, visando o consumo próprio e não mercantil. (Não compreende a estrutura do texto. Reformule a proposta de intervenção)

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 100 Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 50 Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 100 Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 50 Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto.
Nota final 400 Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos