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Embora o Brasil seja um dos países com maior produção de alimentos no mundo, a distribuição dos mesmos (Use somente quando houver ideia de igualdade) ainda é muito desigual no território brasileiro. A fome é um dos retratos mais cruéis da desigualdade social no país, sendo, muitas vezes, a imagem mais forte que os estrangeiros tem do Brasil. Conforme dados do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, cerca de um terço da produção de alimentos no Brasil é descartada, o que poderia mitigar a fome de milhões de brasileiros. (Discussões pertinentes, no entanto precisam ser reestruturadas)
A fome no país é historicamente relacionada à questões climáticas, principalmente no Nordeste devido à seca frequente, o que levou a migração de milhões de pessoas para o Centro-Sul do país em busca de melhores oportunidades de emprego e qualidade de vida (Reelabore essa ideia). Porém, os imigrantes muitas vezes não encontraram alento para a fome nos grandes centros, visto que muitas vezes enfrentaram, e ainda enfrentam (Vírgula) um quadro de miséria, devido a falta de emprego formal e acesso à moradias em condições precárias. (Reestruture as discussões apresentadas)
Na última década, o número de pessoas que sofrem com a fome e a miséria diminuiu, (Sem vírgula) devido a investimentos do governo federal em educação e programas como o Bolsa Família e Bolsa Escola. Entretanto, esses recursos têm sido sistematicamente cortados, o que pode aumentar, sobremaneira, a miséria e ocasionar a morte por fome de milhares de pessoas no país. (Abordagem superficial das discussões)
Nesse sentido, é imprescindível que o Estado, em parceria com as ONGs - Organizações não-governamentais, invista em programas sociais de geração de emprego e renda, bem como, (Sem vírgula) promovam o melhor aproveitamento e destinação da produção excedente de alimentos, com o objetivo de diminuir as desigualdades sociais no país, e por conseguinte, (Sem vírgula) dirimir a miséria e a fome de milhões de brasileiros. (Reestruture a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |