Fome: um retrato da desigualdade social no Brasil

Tema: Fome: um retrato da desigualdade social no Brasil

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 04/08/2019
Nota tradicional: 500
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No Brasil, no limiar do século XXI (Vírgula) e com uma Constituição cidadã completando seus quase 31 anos, não possui-se a garantia dos direitos fundamentais nela atribuídas a todos os brasileiros, como é o caso do direito social a alimentação. (Reelabore as discussões iniciais, pois o desenvolvimento está limitado)

Dados estatísticos confirmam que o Brasil saiu do mapa da fome em 2014, entretanto, conforme dados do Ministério da Cidadania (Vírgula) em 2019, 39.728 famílias em Fortaleza encontram-se em situação de pobreza (Vírgula) e outras 204.177 ainda seguem em situação de extrema pobreza. Assim, notam-se grandes desafios enfrentados pelos indivíduos que situam-se a estas condições precárias de vida. (Desenvolvimento superficial. Articule mais as ideias apresentadas)

Além do mais, conforme o IBGE (Desenvolva a sigla), apenas 10% da população mais rica concentra quase metade da renda do país, um exemplo claro da desigualdade social no Brasil e como consequência, milhares de famílias em casos de extrema fome(Problemas na construção de sentido)

Sob esse viés, pode-se determinar como um empecilho aos direitos fundamentais à alimentação, a má distribuição da renda e a falta de políticas públicas eficazes. (Abordagem superficial)

Outrossim, os próprios cidadãos devem lutar para que seus direitos sejam garantidos, como o ato de manifestação certificada na Constituição. Assim, todos brasileiros devem se responsabilizar e assegurar o bem-estar social. (Desenvolvimento limitado)

Por fim, cabe ao Executivo e ao Ministério da Cidadania o desenvolvimento de políticas que garantam aos cidadãos brasileiros os seus respectivos direitos assegurados pela Constituição Federal de 1988. Seja com politicas públicas de distribuição de renda, como o caso do Bolsa Família, seja com políticas que promovam a diminuição do desemprego. (Reestruture a proposta de intervenção)
 

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 150 Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 50 Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 100 Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 100 Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 500 A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos