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No Brasil, no limiar do século XXI (Vírgula) e com uma Constituição cidadã completando seus quase 31 anos, não possui-se a garantia dos direitos fundamentais nela atribuídas a todos os brasileiros, como é o caso do direito social a alimentação. (Reelabore as discussões iniciais, pois o desenvolvimento está limitado)
Dados estatísticos confirmam que o Brasil saiu do mapa da fome em 2014, entretanto, conforme dados do Ministério da Cidadania (Vírgula) em 2019, 39.728 famílias em Fortaleza encontram-se em situação de pobreza (Vírgula) e outras 204.177 ainda seguem em situação de extrema pobreza. Assim, notam-se grandes desafios enfrentados pelos indivíduos que situam-se a estas condições precárias de vida. (Desenvolvimento superficial. Articule mais as ideias apresentadas)
Além do mais, conforme o IBGE (Desenvolva a sigla), apenas 10% da população mais rica concentra quase metade da renda do país, um exemplo claro da desigualdade social no Brasil e como consequência, milhares de famílias em casos de extrema fome. (Problemas na construção de sentido)
Sob esse viés, pode-se determinar como um empecilho aos direitos fundamentais à alimentação, a má distribuição da renda e a falta de políticas públicas eficazes. (Abordagem superficial)
Outrossim, os próprios cidadãos devem lutar para que seus direitos sejam garantidos, como o ato de manifestação certificada na Constituição. Assim, todos brasileiros devem se responsabilizar e assegurar o bem-estar social. (Desenvolvimento limitado)
Por fim, cabe ao Executivo e ao Ministério da Cidadania o desenvolvimento de políticas que garantam aos cidadãos brasileiros os seus respectivos direitos assegurados pela Constituição Federal de 1988. Seja com politicas públicas de distribuição de renda, como o caso do Bolsa Família, seja com políticas que promovam a diminuição do desemprego. (Reestruture a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |