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"A fome não é um fenômeno natural. É um fenômeno social, produto de estruturas econômicas defeituosas". Essa frase de Josué de Castro (Vírgula) em sua obra "Geografia da fome", reflete perfeitamente a situação da fome no Brasil,(Ponto final) Nessa obra Josué mapeou a distribuição e a concentração de fome no Brasil e consequentemente conseguiu desmistificar que a fome decorria de influências climáticas ou de que tal processo era culpa da improdutividade da população que optava pelo trabalho leve, idéias ideias muito populares nos dias atuais, mas que tal situação era um problema político, um retrato da desigualdade social no Brasil. (Discussões pertinentes, no entanto precisam ser reestruturadas)
A desigualdade social é consequência da má distribuição da riqueza, fato constatado na maioria dos países, incluindo o Brasil, (Ponto final) Isso gera um contraste econômico e social entre a população, pois apenas uma pequena parcela da sociedade detém a maioria dos recursos econômicos, enquanto que a maioria se “contenta” com a menor parcela dos bens e em algumas das vezes isso reflete na fome. (Desenvolvimento superficial das discussões)
Segundo uma pesquisa da OCDE ( Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mais da metade dos brasileiros não têm diploma do ensino médio (Vírgula) o que consequentemente mantém vários brasileiros desempregados e sem algum auxílio salarial para se alimentar, aqueles que não tiveram a sorte de nascer em “berço de ouro” (Vírgula) como diz a sociedade. (Reestruture as discussões apresentadas)
Em conclusão, a fome é um retrato da desigualdade social no Brasil e faz-se necessário que o governo promova uma distribuição de renda mais justa através de um salário mínimo e cursos de conclusão de ensino gratuitamente (Reelabore essa discussão) para aqueles que comprovarem renda baixa ou igual a zero (Vírgula) a fim de proporcionar melhores condições de vida para a população global. (Reelabore as discussões apresentadas)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |