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O Brasil passa por uma fase previdenciária difícil e com um déficit econômico considerável, visto isso foi criada a PEC (Desenvolva a sigla) reformista por Paulo Guedes que visa reestabelecer um balanço econômico positivo em comparação ao atual. Se aprovada, a reforma gradativamente irá proporcionar um superávit nos fundos do país, porém, poderá também prejudicar muitas pessoas devido as circunstâncias sociais e financeiras.
Um dos itens previstos na reforma propõe um tempo de contribuição mínimo de vinte anos para a aposentadoria. Atualmente, diversos brasileiros trabalham na informalidade e outros são autônomos. Em alguns casos, quase nunca sobra uma quantia de dinheiro suficiente para a contribuição e aumentar esse tempo pode só dificultar a vida desses cidadãos. (Desenvolvimento superficial das discussões)
Outro ponto presente na reforma visa a mudança do sistema previdenciário solidário atual, (Sem vírgula) por um sistema de capitalização individual (Vírgula) assim como o que foi adotado no Chile durante os anos oitenta. A tentativa chilena acabou não dando muito certo e vinte anos depois, (Sem vírgula) metade dos idosos do país não conseguiram se aposentar. Essa crise chilena resultou na criação de outra reforma em 2008, mesclando o sistema de capitalização com o solidário. (Discussão superficial)
Diante dos fatos, é nítido que a PEC da reforma previdenciária trará grandes benefícios para o país (Essa ideia precisa ser mais discutida ao longo do texto), entretanto não para todos. Para reverter esse quadro seria necessária a mudança, por parte dos parlamentares, de certos itens da proposta (Quais?), facilitando o acesso à aposentadoria para os que mais precisam. Além disso, a adoção de um sistema conjunto (Vírgula) assim como o adotado pelo Chile em 2008, para evitar que haja desigualdade financeira entre os idosos. (Reestruture a proposta)