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Mexer na aposentadoria dos brasileiros não é uma medida atual. Segundo o jornal Nexo, das três reformas do sistema Previdenciário até 2016, duas foram no sentido de cortar benefícios. O quadro em que se encontra a Previdência Social atualmente é preocupante, pois o Brasil está economicamente despreparado para os altos custos da aposentadoria de quem contribui com o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Há muitas discussões sobre uma solução rápida que, dado o exposto, se remete a nova Reforma. Portanto, a dúvida, de que essa ideia pode ser problemática, (Sem viírgula) não é repensada, já que, com um contexto muito inteligente, o governo bloqueia o verdadeiro problema socioeconômico do país. (Reestruture as discussões iniciais)
Com a aprovação da Câmara de Deputados, as novas leis da Previdência Social, apesar de amenizar o fator da desigualdade salarial, ainda prejudica a população. Com direito à aposentadoria, baseado também em tempo de contribuição, a idade mínima aumentará gradativamente seis meses a cada ano, a partir de 2019. Dessa forma, levando em consideração a expectativa de vida dos idosos ser de até 76 anos, de acordo com o IBGE (Desenvolva a sigla), o sistema os acorrentou para viver praticamente escravo da Previdência que, daqui a 20 anos, terá essa idade mínima para se aposentar. (Articule mais as ideias apresentadas)
Por outro lado, visando o salário já alto de Deputados e Senadores, eles ainda recebem auxílio do CEAP (Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar) que beiram o absurdo. Na América Latina, o Brasil é o país que possui parlamentares mais bem pagos do planeta, onde, no ranking elaborado pela revista The Economist, ocupa a quinta colocação. Cortar verbas de pobres, escolas, hospitais e outros serviços públicos está na mira do governo, porém nada se resolve pagando salários de ouro para seus empregados. (Esse argumento precisa estar mais relacionado com o que foi apresentado ao longo do texto)
Contudo, para economizar dinheiro através das mãos de quem realmente não precisa, primeiro devemos (Evite ideia de primeira pessoa) retirar gastos supérfluos do próprio Parlamento. Complementar com incentivo a criticidade sobre o tema na mídia, realizando campanhas informativas e fiscalizando fortemente o desvio do dinheiro público. Assim, podemos (Evite ideia de primeira pessoa) reverter facilmente o problema que a Reforma oculta: a exploração do pobre. (Proposta superficial)