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A Previdência Social consiste em um conjunto de leis e direitos para /com (?) a população, onde no qual o objetivo é ampará-la em casos de velhice, doença, desemprego e afins. A previdência teve sua última mudança, em 2015, no governo de Dilma Rousseff, porém tem como base a constituição de 1988, que se estabelece como a previdência que se conhece atualmente, na qual se aborda pautas que envolvem saúde e assistência. (Reelabore as discussões iniciais e formule a tese)
Contudo, o atual governo vem com a proposta da reforma da previdência, onde em que se tem como premissa combater o déficit que o Brasil vem sofrendo, unido ao envelhecimento populacional, no qual a taxa de idosos é superior a taxa da população economicamente ativa, o PEA. Logo, pensar em reformas para a previdência é necessário, porém não é cabível mudanças na proporção que o governo vem estabelecendo, sendo elas extremamente rígidas para um país que ainda está em desenvolvimento. (Abordagem superficial da discussão proposta)
Conforme essas mudanças, (Sem vírgula) pode-se citar a idade mínima estabelecida para se aposentar, sendo 62 anos para mulheres e 65 anos para homens, entrementes, muitas regiões do Brasil (Quais regiões?) a expectativa de vida não chega a idade estipulada, deste modo sendo quase notório a negação da aposentadoria a essas pessoas. Convém lembrar, (Sem vírgula) que o país sendo subdesenvolvido não proporciona qualidade de vida apropriada para a população civil, que será atingida com a reforma, assim torna-se incabível trabalharem até os 65 anos. (Discussões superficiais. Reelabore as ideias apresentadas)
Em virtude das situações mencionadas, pode-se tirar como conclusão, (Sem vírgula) que a reforma da previdência, (Sem vírgula) é sim necessária para evitar uma futura crise econômica, porém deve-se fazer novos mecanismos para que se enquadre melhor na realidade na qual o país vive, visando o melhor para a economia nacional, mas também para a nação de modo geral. (Reformule a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
400
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |