Educação sexual: Inatividade na escola pública

Tema: A polêmica das máquinas de camisinhas

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 25/11/2010
Nota tradicional: 6.5
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A escola pública brasileira não educa disciplina escolar, muito menos educação sexual. A partir de 2011, com a distribuição de preservativos por meio de máquinas eletrônicas, os colégios estaduais e municipais deste país, irão agredir tanto a dignidade de aprendizes como o conceito de relação sexual.

Não é nenhum absurdo uma instituição esclarecer e apontar informações a respeito do sexo, pelo contrário, é uma necessidade e não deve ser descartada. No entanto, uma instituição autoritária, com um nome respeitado e que mostre seriedade ao assunto tratado é fundamental para uma positiva compreensão de adolescentes cuja imaturidade é relevante.

A princípio, polêmicas envolvem a educação pública. Professores incapacitados estão lecionando, péssima infraestrutura acomodam estudantes e um projeto pedagógico falível é existente. Ou seja, não existe uma base sólida, será que é possível dar um próximo passo?

É obvio prever que estas variantes sexuais (camisinha, prevenção, DSTs) não se sustentariam na mente de tantos adolescentes refugiados ou conformados com uma educação tão mesquinha e pobre de conhecimento. Por exemplo, uma informação prestada com palavras corretas e condizentes ao objetivo, poderia ser má interpretada, assim, consequentemente praticada na sociedade por um aluno.

Portanto, o SPE (Saúde e Prevenção nas Escolas) não é uma solução, foi criada por impulso, e erroneamente iludida em cobrir os 6.161 casos de AIDS que se manifestaram entre adolescentes provindas destas escolas. Venhamos observar que o psicológico estudantil exige uma ênfase maior no diálogo, construção mental, aprofundamento social e emotivo, autonomia e construção do caráter ainda na infância. Uma simples palestra e a opressão ao uso da camisinha não é o bastante.

Correção tradicional

Critério Observações Nota
Adequação ao Tema Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. 1.0
Adequação e Leitura Crítica da Coletânea Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. 1.5
Adequação ao Gênero Textual Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. 1.5
Adequação à modalidade padrão da língua Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. 1.0
Coesão e Coerência Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. 1.5
Nota final 6.5

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos