Educação sexual: Inatividade na escola pública
Tema: A polêmica das máquinas de camisinhas
A escola pública brasileira não educa disciplina escolar, muito menos educação sexual. A partir de 2011, com a distribuição de preservativos por meio de máquinas eletrônicas, os colégios estaduais e municipais deste país, irão agredir tanto a dignidade de aprendizes como o conceito de relação sexual.
Não é nenhum absurdo uma instituição esclarecer e apontar informações a respeito do sexo, pelo contrário, é uma necessidade e não deve ser descartada. No entanto, uma instituição autoritária, com um nome respeitado e que mostre seriedade ao assunto tratado é fundamental para uma positiva compreensão de adolescentes cuja imaturidade é relevante.
A princípio, polêmicas envolvem a educação pública. Professores incapacitados estão lecionando, péssima infraestrutura acomodam estudantes e um projeto pedagógico falível é existente. Ou seja, não existe uma base sólida, será que é possível dar um próximo passo?
É obvio prever que estas variantes sexuais (camisinha, prevenção, DSTs) não se sustentariam na mente de tantos adolescentes refugiados ou conformados com uma educação tão mesquinha e pobre de conhecimento. Por exemplo, uma informação prestada com palavras corretas e condizentes ao objetivo, poderia ser má interpretada, assim, consequentemente praticada na sociedade por um aluno.
Portanto, o SPE (Saúde e Prevenção nas Escolas) não é uma solução, foi criada por impulso, e erroneamente iludida em cobrir os 6.161 casos de AIDS que se manifestaram entre adolescentes provindas destas escolas. Venhamos observar que o psicológico estudantil exige uma ênfase maior no diálogo, construção mental, aprofundamento social e emotivo, autonomia e construção do caráter ainda na infância. Uma simples palestra e a opressão ao uso da camisinha não é o bastante.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 6.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |