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Sempre que adentra-se no campo de questões concernentes à políticas públicas é preciso ter em mente que trata-se de uma dimensão de discussão delicada, pelo simples fato de que neste plano trata-se menos de considerações de ordem teórica do que prática (e, portanto, moral). No que diz respeito especificamente à presente Reforma da Previdência (Vírgula) proposta pelo atual governo, é preciso fazer-se consciente do fato de que uma decisão tomada sob considerações pouco acertadas, quando não arbitrárias, posteriormente provocariam consequências, no mínimo, desastrosas – afinal a primeira instância afetada por tal decisão é a vida de concreta de pessoas reais. Um erro de cálculo, nesse sentido, bastaria para, por exemplo, reduzir drasticamente a qualidade de vida de um sem (?) número de famílias. Estas não são passíveis de medição contábil, dado que trata-se não de números, mas, como se disse, de indivíduos e vidas concretas. O que está em jogo são pessoas e não gráficos. (Evite esse tipo de construção ao longo do texto. Reestruture as ideias apresentadas e formule a tese)
Tendo isto em mente, notou-se que nos últimos meses a PEC (Desenvolva a sigla), apesar dos esforços publicitários do atual governo em apresentá-la como positiva, disseminou um sentimento de preocupação nos cidadãos (especialmente naqueles das camadas mais populares – grande maioria, note-se) (Reestruture essa ideia. Explore mais as discussões). Apesar das recorrentes justificativas de viés econômico veiculadas pelo governo (grosso modo, legitimando a reforma sob a bandeira da necessidade de garantir a integridade dos fundos nacionais), (Sem vírgula) é incontornável o fato de que, na prática, se efetivada, tal proposta dificultaria e atrasaria o acesso ao direito à aposentadoria da grande massa de contribuintes. (Desenvolvimento superficial das discussões)
Diante disto, é mister considerar se, de fato, um procedimento político que vai em desencontro com os interesses reais de uma grande maioria é a alternativa mais adequada para garantir a estabilidade financeira do Estado (Essa discussão precisa estar mais presente no texto). Pensa-se, finalmente, que um largo leque de outras possibilidades poderia ser estudado afim a fim de salvaguardar os cofres do país. Dentre tantos, poder-se-ia elencar, por exemplo, o acréscimo de tributações às grandes fortunas ou, numa via diversa, a restrição de auxílios da esfera do funcionalismo público (especialmente quando tratando-se daqueles “auto-garantidos” à políticos – vistos como abusivos pela opinião popular). (Reestruture a proposta)