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A Declaração Universal dos Direitos Humanos exemplifica uma série de fatores no que tange a vida, a segurança, a liberdade, a saúde, dentre outras condições referentes ao bem estar de qualquer indivíduo. Contudo, o sistema carcerário brasileiro fere em grande parte os princípios supracitados. A mudança do pensamento social enraizado - de somente condenar criminosos - e a atuação governamental tornam-se (Vírgula) portanto, cruciais neste cenário. (As discussões são pertinentes, no entanto precisam estar mais articuladas)
A priori, um estudo mais aprofundado realizado por áreas da criminologia revela a ineficiência dos discursos punitivos (Desenvolva mais essa discussão no texto). Reinserir prisioneiros na comunidade - com acompanhamento psicológico - mostra-se eficaz em países como a Noruega, com a taxa de reincidência criminal de 20%. Logo, apesar da massa apoiar determinada visão, é necessário alterar tais padrões (Quais?) para que de fato, (Sem vírgula) a problemática seja revertida. (Desenvolvimento superficial)
Posteriori, o governo mostra-se ausente no que refere-se a situação das prisões pelo país. O jornal "O Globo" revelou que apenas 1% da verba total era investida no setor prisional pelos estados. Tal carência revela o desinteresse das autoridades sobre os detentos. Immanuel Kant defendia o poder da educação na formação humana. Todavia, a ausência de quaisquer políticas educacionais eficazes nos presídios desvirtua-se da afirmação deste e muitos outros filósofos. (Articule mais as ideias apresentadas)
Em vista dos fatos elencados, o Ministério da Educação e Cultura devem incentivar comportamentos adequados dentro e fora do cárcere, através de palestras que visem a alteração dos quadros precários vistos no Brasil. Outrossim, subsídios podem ser efetuados (Vírgula) a fim afim de normalizar tal situação instável e alcançar, de fato, um ambiente mais verossímil aos direitos humanos, previstos por lei. (Proposta superficial)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |