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Superlotação, péssimas condições de higiene, homicídios, falta de água, de acesso à assistência judiciária, à educação, à saúde e ao trabalho são algumas das consequências que retratam a atual situação carcerária do Brasil, hoje o país com o terceiro maior número de pessoas encarceradas no mundo (Reestruture essa ideia). Diante desse quadro, torna-se clara a negligência do Estado e a indiferença da sociedade no que tange à a necessidade de assegurar ao preso uma vida digna. (Reestruture as discussões iniciais)
Em primeiro plano, cabe ressaltar o descuido do Estado como um dos principais motivadores da situação precária dos presídios do país. Tal fato se reflete na falta de investimentos na gestão administrativa e na falta de infraestrutura adequada para albergar todos os detentos. De acordo com o G1 - portal de notícias da Globo - as prisões estão quase 70% acima da capacidade. Logo, é substancial a alteração desse cenário que traz efeitos negativos como, por exemplo, a violência e o crime organizado. (Ideias pertinentes, no entanto precisam estar mais articuladas)
Atrelada à negligência do Estado, a indiferença da sociedade também é responsável pela crise no sistema prisional. Isto, (Sem vírgula) porque a falta de conscientização do grave problema penitenciário gera desconfiança e preconceito com a população carcerária. Portanto, quando o sujeito sai da prisão, mesmo cumprido a pena, ele muitas vezes não é aceito pela comunidade e muito menos pelo mercado de trabalho. De modo que, (Sem vírgula) dificulta a ressocialização dos reclusos e aumenta os índices de reincidência. (Abordagem superficial das discussões)
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que o Estado dê maior observância para a efetiva aplicação da Lei de Execucão Penal que trata das garantias assistenciais do preso, isto por meio de fiscalizações nas unidades prisionais. Além disso, também é necessário um maior investimento na ressocialização do presidiário, principalmente no egresso, mediante programas educacionais, esportivos e de lazer. A partir dessas ações, (Sem vírgula) espera-se promover uma melhora nas condições de vida desse grupo e reverter a atual situação carcerária do Brasil. (Desenvolva mais a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |