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É fato que o sistema prisional está completamente fora de controle do estado. A população está cada vez mais encarcerada e assustada. Os presídios são fábricas de ódio e organização criminosa, os policiais e servidores estão acuados, sem infraestrutura mínima para trabalhar e sem perspectiva de melhora. (Reelabore as discussões iniciais e apresente a tese)
Por um lado, o superencarceramento representa uma grande parte de negros, pobres e jovens com baixa escolaridade, onde (Reveja pronomes relativos) a maioria dos detentos são por furto, roubo e principalmente o tráfico, apenas 2% representando homicídios. De acordo com o levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (INFOPEN), o Brasil está em terceiro lugar com mais presos no mundo, apenas ficando atrás da China e Estados Unidos. (Desenvolvimento limitado. Reestruture e explore as discussões)
Por outro lado, temos (Evite ideia de primeira pessoa) a condição de vida precária e desumana, mesmo com 1456 presídios em todo território brasileiro (Vírgula) a superlotação é cerca de 175%. Segundo dados do Conselho Nacional (CNS), atualmente 256 mil presos são provisórios no Brasil, ou seja, 1/4 da população carcerária brasileira não foi condenada definitivamente pelo judiciário. A ressocialização é uma ideia deixada de lado, tal quadro é indubitavelmente preocupante, pois estes fatos causam, (Sem vírgula) uma sociedade perigosa e violenta ao receber tantos ex-presidiários que simplesmente cumpriram sua pena sem ter reinserção para retornar a comunidade. (Reestruture as discussões apresentadas, pois a abordagem está superficial)
Entende-se, portanto (Vírgula) que é necessário que a população entenda os riscos da não ressocialização do detendo detento. Desse modo cabe ao estado investir na humanização dos espaços prisionais, na contratação de servidores e qualificação dos mesmos (Use quando houver ideia de igualdade). Também cabe a sociedade apoiar investimentos e aceitar o ex-detendo como ser humano novamente. (Reelabore a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |