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A Declaração Universal Dos Direitos Humanos-promulgada pelas Organização das Nações Unidas em 1948-garante a todo indivíduo o direito à segurança e ao bem-estar. No entanto, a atual situação do sistema carcerário brasileiro, seja pela superlotação, seja pelo domínio dos presídios por facções criminosas, vai em oposição a esses direitos. Logo, urge que medidas sejam impostas para atenuar esse revés.
Em primeira análise, cabe pontuar que a superlotação dos presídios é um dos principais causadores dessa problemática. Conforme dados do Estadão, jornal brasileiro, a população carcerária cresceu, entre 2002-2014, mais de 66% no Brasil. Nessa lógica, é indubitável o papel da superlotação das cadeias brasileiras nessa situação, visto que favorece a ocorrência de brigas, mas também a falta de condições dignas de vida para os detentos, haja vista que as estruturas dos presídios não estão adaptadas para tantos presos. Dessa forma, é necessário que medidas sejam postas em prática para mitigar esse quadro. (As discussões são pertinentes, no entanto a abordagem está superficial)
Além disso, é importante destacar o papel do domínio dos presídios por facções criminosas nessa situação. De acordo como com o O Globo, jornal de alcance nacional, muitos estados, como o Ceará, apresentam seus presídios controlados por facções, por exemplo, o Comando Vermelho. Nessa perspectiva, é inexorável que o controle de presídios é um dos principais causadores da crise no sistema penitenciário, uma vez que as cadeias brasileiras tornaram-se "quartéis do crime", onde as facções controlam o tráfico de drogas, o convívio entre presos e a vida dentro e foram dos presídios. Portanto, ações devem ser realizadas para reverter esse quadro. (Abordagem superficial. Delimite e articule mais as ideias)
É evidente, dessa forma, que medidas devem ser colocadas em ação para combater a atual situação carcerária brasileira. Sendo assim, o Exército, em parceria com ONGs (Desenvolva a sigla), deve combater o domínio dos presídios pelas facções, por meio da transferência de traficantes para presídios de segurança máxima e separação de membros de grupos criminosos, mas também realizar grupos de socialização, por meio de palestras e debates, a fim de combater a superlotação e o uso de presídios como "quartéis do crime". E, dessa forma. os direitos garantidos pelas Nações Unidas sejam postas em prática no Brasil. (Proposta de intervenção superficial. Reelabore)