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No Brasil podemos (Evite ideia de primeira pessoa) observar que a educação não é tratada com tanta importância quanto deveria. As escolas públicas não possuem um ensino necessário nem para se fazer um vestibular, além de muitas não possuírem uma estrutura boa para os alunos. Com isso concluímos (Evite primeira pessoa) que uma parcela da taxa de criminalidade no país é culpa da falta de educação. Pessoas que não têm condições de arcar com uma escola ou universidade particular acabam não conseguindo bons empregos e podem tomar atitudes erradas em suas vidas como, por exemplo, roubos ou até latrocínios. Claro que nem (Evite esse tipo de construção) todas as pessoas que estão presas cometeram crimes só pelo fato de não terem tido uma boa educação escolar, porém uma boa parcela desses presidiários tiveram esse fator como um impulso. (Observe que essa é uma discussão secundária. Reformule as ideias apresentadas e elabore a tese)
Com as superlotações nos presídios é difícil não ocorrer nenhuma confusão. E quando o presidiário consegue a liberdade ele se vê sem saída, principalmente pelas empresas não quererem contratar um ex-presidiário, o que o faz tomar novamente atitudes drásticas. A população também não ajuda o presidiário a se reestabelecer (Vírgula) o que torna o processo ainda mais complicado. Em alguns casos até a própria família se afasta. (Abordagem superficial das discussões. Reestruture as ideias)
O que deveria ser feito para diminuir esse problema é investir mais na educação, tanto na dos estudantes quanto na dos presidiários. Com uma boa estrutura escolar o indivíduo tem maiores chances de conseguir uma boa colocação profissional, o que automaticamente o mantém mais distante de problemas criminais. A inclusão de presos no mercado de trabalho deve ser incentivada por toda a sociedade (Vírgula) a fim de facilitar sua chance de um recomeço com dignidade, mas fundamentalmente necessário para reduzir esse problema é trabalhar a empatia e o respeito ao próximo. (Reformule a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
50 |
Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
400
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |