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Na literatura da primeira geração do Romantismo brasileiro, (Sem vírgula) o índio era considerado um símbolo de patriotismo e nacionalismo. Já na realidade atual a situação é bem diferente, visto que eles sofrem com a desvalorização de sua cultura, tomada de terras e o preconceito social. Nesse contexto, a condição do índio no Brasil, (Sem vírgula) configura um grave problema em virtude de raízes históricas e econômicas. (Reestruture as discussões iniciais)
Convém ressaltar, em primeiro plano, que a exclusão do cidadão índio remonta um legado histórico. Com a chegada dos portugueses no Brasil, (Sem vírgula) os povos indígenas sofreram com a perda de sua liberdade, terras e cultura, já que para o colonizador estes eram considerados incivilizados e selvagens, (Sem vírgula) e, portanto, deviam ser educadas a se portar como pessoas civilizadas, afim a fim de serem salvas. Dessa maneira, a depreciação de sua cultura se perpetua até hoje, consequência de um passado excludente e opressor. (Delimite as discussões)
Além da questão histórico-social, fatores econômicos influenciam a problemática. A violência contra o índio faz parte da realidade ligada a posse de terras, já que para a bancada ruralista, (Sem vírgula) a demarcação de terras indígenas representa um obstáculo para o avanço do agronegócio, gerando assim conflitos e mortes. (Abordagem superficial das ideias apresentadas)
Portanto, para que o índio tenha sua cultura e espaço valorizados no contexto brasileiro, medidas precisam ser tomadas. Assim, a FUNAI (Fundação Nacional do Índio), junto com o Ministério Público, deve busca agilizar a demarcação de terras mais expressivas, assim como garantir sua fiscalização, a fim de combater a violência que acomete os índios, e inibe seus direitos. Em paralelo, o MEC (Desenvolva a sigla) deve usar a data 19 de abril, o Dia do Índio (Vírgula) para ensinar a cultura indígena nas escolas, através de palestras e conteúdos didáticos (Vírgula) mostrando sua cultura de forma real. Desse modo, talvez a realidade indígena possa ser diferente. Afinal, como dizia Nelson Mandela: ‘‘ A educação é a maior arma que se pode usar para mudar o mundo’’. (Proposta superficial)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |