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“Quando o português chegou debaixo duma bruta chuva, vestiu o índio.Que pena! Fosse uma manhã de sol, o índio tinha despido o português.” . O lamento expresso por Oswald de Andrade sobre a ocasião do “descobrimento” do Brasil continua a ecoar mais de 500 anos depois. O fato é que ainda hoje enfrentamos (Evite ideia de primeira pessoa) um cenário de desvalorização e de falta de garantia dos direitos dos povos indígenas. (Articule mais as discussões apresentadas)
Para que o Brasil torne-se de fato uma nação desenvolvida, justa e igualitária, é de suma importância que haja políticas públicas voltadas para a valorização da população indígena. Segundo dados do censo do IBGE (Desenvolva a sigla) de 2010, no Brasil, há quase um milhão de pessoas que se declaram ou se consideram indígenas. Se não houver respeito e garantia de direitos para esses povos, o Brasil estará minando cada vez mais o rico legado cultural deixado por eles para a História do Brasil e menosprezando um número expressivo de pessoas que deveriam ser protegidas e amparadas pelo Estado. (Discussão superficial. Articule mais as ideias apresentadas)
Os povos indígenas também devem ter seus direitos preservados com vistas ao cumprimento do que foi estabelecido pela Constituição de 1988, que trouxe grandes avanços em relação aos direitos sociais das minorias, como o direito às terras que os indígenas tradicionalmente ocupam. O menosprezo às necessidades desses povos é, portanto, um atentado ao que é garantido pela Constituição. (Articule mais a discussão apresentada)
Assim sendo, cabe ao Estado, por meio de políticas públicas específicas, criar mecanismos legais de proteção aos direitos indígenas, bem como ações de valorização e promoção da identidade e cultura desses povos. Cabe ainda à população como um todo fiscalizar e cobrar das autoridades o cumprimento do que está estabelecido na Constituição e mais avanços na proteção do legado cultural indígena. (Reestruture e desenvolva a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
450
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |