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A Carta de Pero Vaz de Caminha conta o primeiro contato dos portugueses com os indíos demonstrando um olhar Eurocêntrico ao relatar que o melhor que eles poderiam fazer em relação a esse povo, (Sem vírgula) seria salvá-los através da catequese. Essa clara visão de soberania tornou-se um legado trazido até os dias atuais (Desenvolva mais essa ideia). Nesse sentido, cabe analisar as principais consequências de tal postura para a sociedade indígena no Brasil.
Partindo do fator histórico de que os índios já habitavam as terras brasileiras muito antes da chegada dos exploradores europeus, convém ressaltar o conflito atual acerca da demarcação dos territórios indígenas. De acordo com o levantamento do CIMI (Conselho Indigenista Missionário) (Vírgula) de 2018, 64% das demarcações não foram concluídas, permitindo que fazendeiros se apropriassem dessas áreas para desenvolver agricultura e pecuária. Por conseguinte, percebe-se que a Constituição de 1988 (Vírgula) que estabelece o direito dos índios às suas extensões, não está sendo cumprida, evidenciando o descaso político com o povo indígena. (Observe que as discussões precisam estar mais relacionadas. Reestruture as discussões)
Faz-se necessário salientar a subjugação da cultura indígena e a exclusão social como impulsionadores do problema. Se durante o indianismo o índio era retratado como um herói nacional pelos escritores do romantismo no Brasil, hoje essa representação não se aplica ao cenário atual. Diante de tal contexto, é necessário enxergar o índio não apenas como um elemento de formação da nossa noção, mas como um patrimônio histórico e cultural brasileiro a ser preservado e respeitado. (As discussões precisam estar mais articuladas e mais desenvolvidas. Reestruture)
Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema. Cabe ao governo, (Sem vírgula) demarcar mais expressivamente os territórios e garantir sua preservação por meio de fiscalizações mais incisivas. Em paralelo, o governo deve trabalhar juntamente com a FUNAI e o MEC (Desenvolva as siglas) para investir em medidas e materiais educativos que abordem sobre a cultura do indígena e a importância da mesma (Use quando houver ideia de igualdade) para a construção de uma sociedade pluriétnica e multicultural.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |