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Antes de 1500, ano da colonização portuguesa na América, os índios já habitavam essas terras e organizavam-se em diferentes etnias. Entretanto, foram submetidos a um processo civilizatório, pois eram considerados como selvagem, com isso a cultura dos nativos aos poucos vem sendo excluída. Dessa forma, evidencia-se a desvalorização cultural, bem como a violação dos direitos indígenas.
Convém ressaltar, a princípio, a desvalorização cultural dos nativos por parte da sociedade brasileira. Isso ocorre (Vírgula) porque, desde o período colonial, influenciado não só pelos colonizadores, mas também pelos jesuítas, a cultura indianista molda-se de acordo com a do europeu. Segundo o sertanista Orlando Villas Boas, o índio só pode viver dentro de sua cultura, isso mostra que para manter o índio é necessário valorizar sua cultura. (Reestruture a discussão. Abordagem não delimitada)
Em segundo lugar, vale ressaltar a violação dos direitos garantidos aos índios. O artigo 231, da Carta Magna de 1988, garante a eles terras, além do reconhecimento de suas organizações. No entanto, essa lei é violada pelos grandes proprietários de terras, contribuindo ainda mais para a desvalorização da culta dos nativos, pois a demarcação dos T.I.´s ( Terras Indígenas), é o principal fator para a conservação da cultura indígenas. (Por quê? Desenvolva mais essa ideia ao longo do texto)
Em suma, faz-se imprescindível a tomada de medidas atenuantes ao entrave abordado. Posto isso, cabe à FUNAI (Fundação Nacional do Índio) em parcerias com os Ministérios da Educação e Cultura, e também o Ministério da Justiça, esclarecer à população a importância de valorizar a cultura dos nativos, por meio de palestras e aulas de campo em aldeias indígenas, além de fiscalizar o cumprimento das leis indígenas, a fim de manter as etnias dos índios que existem no país. Desse modo, a história dos nativos não será esquecida. (Explore mais a discussão da proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
450
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |