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Consoante a Declaração Universal dos Direitos Humanos- ratificada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948- todos os indivíduos devem gozar dos mesmos direitos e liberdades independente de sua raça, cor, religião, entre outros. Todavia, ao analisar a questão indígena no Brasil, vê-se que esse direito encontra-se apenas no papel e não desejavelmente na prática, já que não é dada a devida importância da valorização e da garantia de direitos da minoria indígena, seja pela questão constitucional (Vírgula) seja questão educacional. Nesse sentido, convém analisar os subterfúgios que impedem a problemática de ser resolvida. (Bom parágrafo de introdução)
Em primeira análise, é notório que a questão constitucional e sua aplicação estão entre as causas do impasse. Conforme o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser efetuada através da justiça, com o fito de alcançar o equilíbrio na sociedade. Contudo, quando se observa o desdenho à garantia e reconhecimento dos direitos dos indígenas, percebe que a questão vai de encontro ao pensamento aristotélico, posto que mesmo com leis que dão garantias a esse grupo, sua aplicação irrisória impede que os indígenas consigam exercer de fato sua cidadania plena (Apresente exemplos da problemática), o que configura em um desrespeito colossal a essa minoria, algo que urge ser transposto do tecido social brasileiro.
Outrossim, cabe salientar que a questão educacional impulsiona o problema. Segundo Nelson Mandela, a educação é a maior arma para mudar o mundo. Entretanto, ao observar a conjuntura brasileira, vê-se que a educação não está sendo usada como ferramenta para alterar a questão da valorização e garantia de direito dos índios, dado que ainda há dificuldades para fomentar o ensino das questões indígenas nas escolas, o que impossibilita um entendimento e debate amplo acerca da importância e proteção dos direitos desse grupo. Sendo assim, uma mudança nesse panorama é imprescindível para suplantar impasse.
É indubitável, portanto, que ainda há entraves que dificultam a resolução do problema, sendo necessário medidas para solucioná-los. Nessa perspectiva, é mister que o Ministério da Educação e Cultura amplie, nas escolas, projetos acerca da questão indígena através de palestras, debates e oficinas (Vírgula) a fim de que se que (Cuidado com o queísmo no texto. Reveja pronomes relativos. Melhore a construção de sentido) formem cidadãos que valorizem os nativos de seu país, compreendendo a importância da garantia dos direitos desses povos, e que, assim, possam exigir que os direitos dessa minoria sejam assegurados e aplicados para que esses povos possam exercer sua cidadania plena. Somente assim, a estrutura social brasileira se desprenderá do impasse, saindo da caverna proposta na alegoria (Ideia não discutida no texto) de Platão.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
200 |
Nível 5 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo. |
| Competência 3 |
150 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
150 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
750
|
A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |