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Com o advento da Internet (Vírgula) no final do século XX, as relações interpessoais sofreram inúmeras mudanças. A comunicação passou a ser mais veloz através de mensagens e e-mails (Vírgula) e as redes sociais surgiram para dar lugar à diversas formas de liberdade de expressão. Entretanto, com essa facilidade de expor ideias, alguns usuários se veem cada vez mais livres para atacar e ofender a quem quiserem por meio do anonimato.
De acordo com o sociólogo francês Zygmunt Bauman, estamos vivendo em uma modernidade líquida onde a tecnologia ultrapassa a nossa humanidade a cada dia. Sendo assim, a tese de Bauman se mostra cada vez mais verídica quando observamos (Sem primeira pessoa) os incontáveis casos de ataques contra algumas minorias como negros, homossexuais e mulheres. Eventualmente, tais atos cruéis podem causar danos permanentes na vida daqueles que os recebem, sejam eles psicológicos ou até mesmo físicos. (Como essas discussões se relacionam com o tema? Reflita e reestruture)
Todavia, ONGs como a Safernet Brasil, por exemplo, já foram criadas (Vírgula) a fim afim de receberem denúncias de crimes de ódio na Internet, vindas principalmente do Twitter, Facebook e Instagram. Porém, mesmo com a existência de uma ONG capacitada para lidar com o problema, os casos de páginas apologéticas à discriminação, comentários racistas, homofóbicos e machistas não param de crescer nas redes sociais e, para piorar o quadro da situação, as pessoas estão começando a não se chocar mais quando eles acontecem. (Discussões pertinentes, no entanto precisam ser reestruturadas. Delimite e articule mais)
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Logo, as redes sociais devem começam a alertar seus usuários através de anúncios e propagandas a respeito das consequências de comentários odiosos e das punições aos responsáveis. Ademais, o Ministério da Educação deve criar palestras e debates nas escolas (Vírgula) a fim afim de conscientizar as crianças e adolescentes sobre o uso saudável das redes sociais e da empatia junto com a liberdade de expressão. Dessa forma, através da educação e conscientização, criaremos uma sociedade respeitosa e empática. (Desenvolvimento superficial da proposta de intervenção. Reestruture)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |