O ódio que semeamos

Tema: O discurso de ódio nas redes sociais

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 25/04/2019
Nota tradicional: 600
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Com o advento da Internet (Vírgula) no final do século XX, as relações interpessoais sofreram inúmeras mudanças. A comunicação passou a ser mais veloz através de mensagens e e-mails (Vírgula) e as redes sociais surgiram para dar lugar à diversas formas de liberdade de expressão. Entretanto, com essa facilidade de expor ideias, alguns usuários se veem cada vez mais livres para atacar e ofender a quem quiserem por meio do anonimato. 

De acordo com o sociólogo francês Zygmunt Bauman, estamos vivendo em uma modernidade líquida onde a tecnologia ultrapassa a nossa humanidade a cada dia. Sendo assim, a tese de Bauman se mostra cada vez mais verídica quando observamos (Sem primeira pessoa) os incontáveis casos de ataques contra algumas minorias como negros, homossexuais e mulheres. Eventualmente, tais atos cruéis podem causar danos permanentes na vida daqueles que os recebem, sejam eles psicológicos ou até mesmo físicos. (Como essas discussões se relacionam com o tema? Reflita e reestruture)

Todavia, ONGs como a Safernet Brasil, por exemplo, já foram criadas (Vírgula) a fim afim de receberem denúncias de crimes de ódio na Internet, vindas principalmente do Twitter, Facebook e Instagram. Porém, mesmo com a existência de uma ONG capacitada para lidar com o problema, os casos de páginas apologéticas à discriminação, comentários racistas, homofóbicos e machistas não param de crescer nas redes sociais e, para piorar o quadro da situação, as pessoas estão começando a não se chocar mais quando eles acontecem. (Discussões pertinentes, no entanto precisam ser reestruturadas. Delimite e articule mais)

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Logo, as redes sociais devem começam a alertar seus usuários através de anúncios e propagandas a respeito das consequências de comentários odiosos e das punições aos responsáveis. Ademais, o Ministério da Educação deve criar palestras e debates nas escolas (Vírgula) a fim afim de conscientizar as crianças e adolescentes sobre o uso saudável das redes sociais e da empatia junto com a liberdade de expressão. Dessa forma, através da educação e conscientização, criaremos uma sociedade respeitosa e empática. (Desenvolvimento superficial da proposta de intervenção. Reestruture)

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 150 Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 100 Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 150 Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 100 Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 600 A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos