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O Brasil é composto de um espaço miscigenado e multicultural, em consequência do processo de formação do território que hodiernamente é considerado país. Nesse viés, pode-se afirmar que tais diferenças deveriam ser totalmente aceitas e respeitadas. Nota-se, por outro lado, que ódio e preconceito são constantemente disseminados em variados ambientes, onde se destacam as redes sociais.
O mundo eletrônico já não é mais destinado à confraternizações ou relações afetivas. O Facebook, por exemplo, passou a ser usado como meio de expressar opniões políticas, socias e religiosas. Com isso, o que ganha visibilidade são os debates em rede nacional, (Sem vírgula) causados pela insatisfação com a liberdade de expressão alheia. (Abordagem superficial do tema. Reestruture)
Outro aspecto a ser analisado, (Sem virgula) é que houve um aumento significativo dessa disseminação de preconceitos e intolerâncias durante a corrida presidencial do ano de 2018, no Brasil, no qual a homofobia, o racismo e a xenofobia eram propagados com veemência. Considerando que o mundo virtual é desmedido, os discursos de ódio nas redes sociais atingem, amplamente, vasta parte da população, este fator influencia direta, (Sem vírgula) ou indiretamente, (Sem vírgula) nos índices de violência do espaço que se trata, e dá abertura a genocídios que podem, e devem (Vírgula) ser evitados. (É preciso delimitar e desenvolver mais os argumentos)
Em virtude disso, é sensato afirmar que cabe aos responsáveis pelos endereços eletrônicos destinados ao convívio em comunidade virtual interferir de forma protagonista, considerando que, apesar de o atual quadro ser difícilmente revertido, pode sê-lo feito, ou ao menos reduzí-lo, por meio de medidas já adotadas por algumas redes sociais, como a fiscalização e o bloqueio de contas e conteúdos que possuam cunho desrespeitoso a uma ideologia, sociedade ou modo de vida, afim a fim de que, (Sem vírgula) ao reduzir os discursos, e mostrar para a sociedade que o respeito é o princípio de exercício da liberdade, e também direito assegurado, os índices de violência também diminuam.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |