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O discurso de ódio nas redes sociais é procedente da má fiscalização e aplicação das leis que concerne aos meios tecnológicos, tendo em vista que o racismo, xenofobia, intolerância religiosa e aversão a ideologias políticas tomaram proporções ainda maiores vinculadas à internet (Vírgula) aliado à dificuldade em se identificar os usuários que levantam bandeiras segregacionistas e discriminatórias. (Evite períodos longos)
É possível afirmar que com o advento das redes sociais ficou ainda mais fácil a exposição de ideias violentas e descriminantes, atingindo uma massa maior de pessoas que partilham do mesmo senso. Isso é notável no massacre filmado e disponibilizado para milhares de pessoas nas redes sociais na Nova Zelândia (Vírgula) no qual dezenas de pessoas foram mortas em uma mesquita. É inadmissível que com tantas tecnologias os meios de comunicação sejam incapazes de impermeabilizar conteúdos nocivos ao bem estar social que são espalhadas ao vivo de forma banal como se fosse um vídeo tutorial. (Não compreende a estrutura do texto. Reformule as ideias apresentadas)
Vale ressaltar também que há uma grande dificuldade em se dar rostos a esses usuários uma vez que não estão somente nas redes sociais, mas também em outros âmbitos da internet (Vírgula) como a “Dark web” (Vírgula) que por meio do anonimato propagam a misoginia, racismo e terrorismo. Assim, faz-se nociva a percepção de que as redes sociais estão reclusas apenas a estreitar laços e facilitar a comunicação, mas que ela também é peça fundamental na disseminação do ódio. (Reelabore as ideias apresentadas nesse parágrafo)
Com isso, os crescentes casos de massacres vinculados ao discurso de ódio comprovam a urgência de medidas no âmbito da internet. É necessária uma parceria internacional entre os países (Vírgula) a fim de endurecer as leis já existentes e acordar medidas que facilitem o reconhecimento de indivíduos que fazem uso de forma nociva da internet punindo-os. Espera-se, com isso, que haja uma diminuição no cultivo de ideais discriminatórios nas redes sociais. (Desenvolva mais a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |