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Com o advento da Internet, (Sem vírgula) pessoas do mundo inteiro e de todas as faixas etárias, gêneros, etnias e religiões diferentes passaram a estar conectados e a interagir, como se fossem uma “aldeia global”. Marshall McLuhan cunhou, em uma de suas obras, no século XX, o termo “aldeia global”, que significa que o mundo encolheu com o avanço das telecomunicações e das tecnologias, permitindo que as distâncias encurtassem. A “Internet” ainda era um projeto ideal quando McLuhan estudou a comunicação, porque, naquela época (anos 1960), seu uso era restrito ao Exército, tendo em vista o conflito ideológico da Guerra Fria, que envolveu as potências capitalistas e socialistas. (Como as discussões apresentadas se relacionam com o tema? Reflita e reestruture)
De certa maneira, a Guerra Fria teve seu fim em 1991, com a dissolução da União Soviética, e a Internet tomou outros rumos, passando a integrar nossa (Evite primeira pessoa) sociedade. De acordo com o depoimento do pesquisador e jornalista inglês James Bartlett (Vírgula) para o periódico Exame, a harmonia da Internet com a “aldeia global” de McLuhan “transformaria o nosso ambiente em mais informado, politizado e racional”. A rede social foi uma consequência do advento virtual e milhares de pessoas aderiram a “tendência”, mas a desordem e o caos reinam nesses lugares, (Sem vírgula) onde a opinião é, muitas vezes, anônima. (Reestruture e desenvolva as discussões de acordo com o tema proposto)
A partir disso, os usuários que se sentem isentos de leis e normas referentes à Internet, (Sem vírgula) iniciam um processo de “assédio” nas redes sociais, provocado pela disseminação de notícias falsas. Essas “notícias”, como alerta Bartlett, “apresentam conteúdos apelativos e sensacionalistas (...)”, e desvirtuam a ética e a boa conduta em ambientes que deveriam ser, por natureza, civilizados. Portanto, mesmo vivendo em uma “aldeia global”, com distâncias encurtadas, a humanidade distancia-se pela divergência de opiniões e cria bolhas de pensamentos semelhantes, ignorando o livre-arbítrio. (Como essas discussões se relacionam com o tema? Reformule)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
50 |
Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
20 |
Nível 1 - Apresenta informações, fatos e opiniões pouco relacionados ao tema ou incoerentes e sem defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
50 |
Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
0 |
Nível 0 - Não apresenta proposta de intervenção ou apresenta proposta não relacionada ao tema ou ao assunto. |
| Nota final |
220
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |