Era do ódio
Tema: O discurso de ódio nas redes sociais
O advento da internet é um marco para a sociedade. Graças à este veículo de comunicação, (Sem vírgula) temos (Sem primeira pessoa) um vasto acesso a todo tipo de informação, além da possibilidade de interação com pessoas ao redor do mundo. Infelizmente, alguns indivíduos aproveitam a liberdade deste espaço para proferir mensagens de ódio contra determinados grupos da sociedade, transformando um espaço que deveria ser democrático em um campo de guerra.
De acordo com a ONG Safernet, entre 2010 e 2013, houve um aumento de 200% no número de denúncias contra páginas que publicaram conteúdos de cunho racista, homofóbico, xenofóbico, misógino ou neonazista. Isto demonstra como os usuários atacam outros internautas usando como proteção a liberdade de expressão, por estarem num espaço "livre", "podendo postar o que bem entenderem". (Abordagem superficial do tema. Reestruture as discussões)
Outro quesito que favorece o ódio no âmbito digital é a falta de impunidade. Por mais que hostilizar, insultar, ou caluniar uma pessoa através da internet seja crime - cyberbullying - (Reveja) as leis brasileiras ainda são brandas para este tipo de transgressão. Além disso, nem todas as denúncias são averiguadas, muitas vezes por falta de pessoal competente - de acordo com a ONG SaferNet, a maioria dos estados brasileiros possuem somente uma delegacia de crimes virtuais - o que contribui para a continuidade desta atrocidade. (Articule mais as discussões apresentadas)
Crimes deste tipo não podem continuar permeando nossa (Evite ideia de primeira pessoa) sociedade, pois afetam diretamente a saúde e integridade mental das pessoas. Endurecer o Código Penal Brasileiro no que tange os crimes virtuais, e implantar uma fiscalização contínua das redes sociais por parte da Delegacia de Cibercrimes, transformaria a internet num meio de convivência mais seguro e harmonioso. (Proposta superficial)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 100 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 500 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |