Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)
O discurso de ódio se caracteriza por incitar a discriminação, hostilidade e violência contra um indivíduo ou grupo, neste último, geralmente minorias (Ideia pertinente, no entanto precisa ser reformulada). Ele busca perseguir, coagir e até mesmo a segregação. Dentre muitos de seus fundamentos, destaca-se a privação dos direitos. (Reformule as discussões apresentadas. Apresente a tese)
Com a popularização da informática e a criação das redes sociais as ideologias passaram a ser discutidas num âmbito global. Como consequência desse avanço, o fluxo das informações, tanto inofensivas quanto maléficas (Reveja essa construção), tornou-se intenso. Analogamente, vivenciamos (Evite primeira pessoa) Eros e Tânatos no mundo virtual. (Abordagem superficial das discussões)
Assim como uma onda emerge e amplifica-se ao colidir uma pequena pedra sobre o espelho d’água, os discursos de ódio assumem proporções inimagináveis no emaranhado cibernético (Vírgula) rompendo barreiras geográficas. As informações são compartilhadas velozmente pelo grande público, muitas sob a forma de um conteúdo superficial e sensacionalista. (Reestruture, delimite e explore mais as discussões)
Neste cenário caótico, a célebre frase “Penso, logo existo” (Vírgula) de Descartes (Vírgula) não se aplica. O pensamento individual está sobre influência do contexto e ideologias do meio coletivo. Grupos sob o respaldo da impessoalidade e da falsa sensação de anonimato, visto que hoje a tecnologia permite o rastreio cibernético, fornecido pela internet influenciam os diversos espectros de indivíduos disseminando, assim, o ódio. (Problemas na construção de sentido. Reestruture)
Responsabilizar unicamente as empresas de tecnologia por tal problemática seria se não uma ingenuidade, uma hipocrisia. Como discutir a intolerância nas redes sociais quando, no presente, muitos governantes compõem essa grande massa que vocifera o ódio nas redes? Dessa forma, os poderes legislativo e jurídico devem estar fortalecidos e atualizados para lidarem com os crimes em meio virtual. Além disso, sua atuação deve ocorrer de forma autônoma do poder executivo (Vírgula) de forma a garantir uma atuação energética visando punir e coibir tais atos. (Proposta superficial. Reestruture)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |