Afinal, tirar a vida do outro é crime!
Tema: Discutindo a legalização do aborto
Um dos temas mais polêmicos atualmente é a legalização do aborto, que tem como fim a alteração da constituição brasileira para que as mulheres tenham o livre arbítrio para praticar o aborto. A causa da polêmica do tema advém de uma grande controvérsia entre a ciência e a religião, sobre os efeitos que o aborto vira a causar.
Cientistas comprovam que com 4 semanas de desenvolvimento, o embrião mede apenas um centímetro não apresentando traços propriamente humanos. Nesse caso vem o argumento muito exposto por diversas pessoas que o embrião não viria a ser uma vida. Ou seja, o aborto poderia ser exercido naturalmente. A religião impõe que qualquer prática abortiva viria a ser um crime já que eles consideram a imediata formação do embrião uma vida.
No Brasil o aborto não é considerado crime quando é executado em casos onde há riscos à saúde da gestante ou quando a gestação adveio de um estupro. Diferente dos Estados Unidos onde o aborto já é legalizado. Na visão da saúde pública a legalização do aborto evitaria que centenas de mulheres fossem mortas pelas condições precárias de suas práticas, o chamado aborto clandestino. Milhares de gestantes praticam o aborto todos os anos no país, adolescentes temerosas a família, mulheres sem condições financeiras de criar um filho, dentre tantos outros casos as levam a fazer o aborto.
É uma opção da mulher, achar conveniente ou não o aborto, porém é um direito do feto sobreviver. Por mais controvérsia que haja na legalização em meio a tantas opiniões sobre o assunto, diante da constituição do país, todos nós temos o direito de viver, sendo um crime tirar a vida do outro. Seria mais viável que houvesse a consciência das mulheres em ter a atitude de querer engravidar com seriedade e que o governo fosse mais rígido quanto a punição daqueles que possuem os lugares onde são praticados o aborto clandestino.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 2.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 8.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |