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A internet foi desenvolvida pela marinha americana com o objetivo de interligar informações militares. Hodiernamente, seu uso foi ampliado a nível social, permitindo a troca de informações por pessoas do mundo inteiro. Entretanto, devem-se avaliar os pontos negativos do seu uso, para que esses desafios (Quais desafios? Essa ideia não foi explorada no texto) possam ser superados. (Desenvolva mais o parágrafo de introdução)
As redes sócias sociais possuem um poder transformador de encurtar e facilitar a troca de informações entre pessoas. Contudo, a facilidade de se criar perfis falsos permite a exposição do lado preconceito do indivíduo, que se sente mais seguro de expor seus ódios na rede do que no mundo real. Ademais, entre os atos de ódios mais comuns estão os raciais, religiosos e os xenófobos, (Ponto final) Desses crimes virtuais cometidos diariamente uma pequena parcela chega a ser investigado pelas delegacias especializadas. (Abordagem superficial do tema, além de apresentar problemas na progressão de sentido. Reestruture)
De acordo com o físico Albert Einstein: “Tornou-se aterradoramente claro que a nossa tecnologia ultrapassou a nossa humanidade”. Essa frase demostra o descompasso na relação do ser humano com as redes sócias, em que uma tecnologia que deveria servir para encurtar as boas relações, (Sem vírgula) se tornou um meio de propagação de ódio. De resto, a falta de uma legislação punitiva e investigadores especializados na área, (Sem vírgula) limita a condenação dos crimes cometidos por usuários na rede. (Abordagem superficial do tema. Explore mais as discussões)
É evidente, portanto, que ainda há entraves para a erradicação do ódio na internet. Destarte, o estado, representado pelo poder legislativo (Vírgula) aliado as secretarias de segurança pública (Vírgula) devem ampliar as delegacias especializadas em crimes virtuais, capacitando os investigadores para que atos de ódio seja alvo de inquérito policial quando necessário. Além disso, o ministério da justiça deve fazer parcerias com as empresas responsáveis pelas redes sócias com o objetivo de orientar os usuários a denunciarem casos de ódios. Assim, o combate a esse grave problema será realizado em conjunto pela sociedade e o poder público. (Proposta superficial)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |