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Em janeiro de 2019 ocorreu o rompimento da Barragem de Brumadinho, o qual resultou em mortes e destruição de ecossistemas, deixando o solo infértil e impedindo as espécies (Vírgula) que antes ali se encontravam (Vírgula) de sobreviverem, visto que os minérios alteram a composição e estrutura do solo e o mesmo (Use somente quando houver ideia de igualdade), eventualmente, se solidifica. (Reestruture as discussões que serão retomadas)
Tal fato se deu claramente como o resultado da impunidade, visto que apenas quatro anos antes do ocorrido em Brumadinho, pois em 2015, (Sem vírgula) houve o rompimento da barragem de Mariana, que poluiu grande parte do Rio Doce, um rio de suma importância que abastecia um grande número de cidades e após isso se tornou um rio 'morto', pois as formas de vida que antes ali se encontravam tiveram seu ambiente afetado. De acordo com o G1, onze toneladas de peixes mortos foram recolhidos no mesmo ano no rio, três no Espírito Santo e oito em Minas Gerais. A responsável pelas duas barragens é a mesma: a empresa Vale, que é proprietária da Samarco e sequer teve condenados ou presos pelo primeiro crime. (Rever o desenvolvimento das ideias. Elas precisam estar mais articuladas)
É notável que a empresa Vale, acima de tudo, inclusive vidas e meio ambiente, valoriza seu lucro e, tem a justiça como cúmplice, visto que necessitou a ocorrência de duas tragédias para que a mesma (Use somente quando houver ideia de igualdade) agisse julgando funcionários e recolhendo depoimento do presidente da empresa. (Articule mais as discussões. Evite um desenvolvimento superficial)
Portanto, se vê vê-se a necessidade de projetos criados pelo Ministério do Meio Ambiente para tentar despoluir as águas afetadas, projetos esses custeados pela causadora da tragédia, a Vale. Se vê também a necessidade de multas e indenizações que aumentam gradualmente caso não pagas e caso a empresa não cumpra com a fiscalização e desativação das barragens em estado de alerta. (Articule mais a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |