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25 de janeiro de 2019, o rompimento da barragem de Brumadinho na região de Córrego do Feijão (Vírgula) em Minas Gerais, tornou-se, até agora, um dos maiores desastres com rejeitos de mineração do Brasil. O acontecimento levanta uma das questões importantes, já debatida durante todos os anos conseguintes à Revolução Industrial: como solucionar os impactos ambientais gerados pela ação de grandes e influentes corporações. (Ponto de interrogação)
Depois de anos no avanço em tecnologias de exploração e maximização da produção industrial, pouco se tem feito em relação a exposição do meio ambiente aos danos advindos da intervenção de grandes empresas sobre a natureza. Mesmo na incerteza de fatores externos, que também podem gerar situações de alerta ou (Vírgula) até mesmo, causar catástrofes- como é o exemplo das chuvas torrenciais que atingiram o estado do Rio de Janeiro em fevereiro desse mesmo ano-, técnicas avançadas de prevenção à acidentes já são realidade em países como, (Sem vírgula) Holanda, Japão e Chile. Utilizando de Engenharia, planejamento e sistemas eficazes de resposta a emergências, estão minimizando impactos sociais e econômicos. (Discussões pertinentes, no entanto precisam ser mais delimitadas e mais exploradas)
No que se refere à tragédia ambiental de Brumadinho, ocorrido pelo rompimento da barragem que continha os rejeitos da mineração, várias universidades vêm apresentando propostas para o reaproveitamento desses rejeitos. É o caso da Ufop (Universidade Federal de Ouro Preto) que, utilizando de rejeito de barragem de minério de ferro, produziram pavers (peças modulares de concreto destinados a pavimentação). Uma solução de pavimentação fácil, resistente e durável. (Reformule as ideias desse parágrafo de desenvolvimento. Desenvolva mais a discussão)
Analisando esse cenário, é necessário um maior incentivo no desenvolvimento de pesquisas para melhor reaproveitamento daquilo que se torna tanto um rejeito, como uma ameaça ao meio ambiente. Incentivos esses que podem se dar através da iniciativa privada- às próprias mineradores no cumprimento de seu papel social-, em ações conjuntas com o Estado. (Articule mais a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |