Educação Sexual No Brasil Para O Bem Da Juventude

Tema: Educação sexual na escola

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 25/02/2019
Nota tradicional: 400
Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)

Entre os anos de 1980 até o início de 2000, a epidemia do vírus HIV no Brasil teve aproximadamente 1.200.000 casos registrados, jovens desinformados iniciavam relações sexuais sem nenhum tipo de proteção (Vírgula) acarretando a propagação do vírus. Na atualidade é importante que os adolescentes tenham o conhecimento sobre a sexualidade e as prevenções no meio sexual que devem ser tomadas para evitar problemas de saúde e imprevistos. (Discussões pertinentes, no entanto precisam ser reestruturadas)

Por certo que a adolescência é uma época de mudanças, onde em que o corpo humano está em constante evolução, logo, nesse período da vida, qualquer informação precipitada pode prejudicar o desenvolvimento do jovem. No que diz respeito à educação sexual brasileira no meio escolar, o tema é geralmente abordado de forma científica, dificultando a real compreensão, se diferindo dos países europeus, como por exemplo, a Alemanha, onde a educação sexual é responsabilidade do estado. (Como assim? Reestruture as discussões apresentadas. Evite um desenvolvimento superficial)

Em relação a Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) no Brasil, a maioria dos jovens infectados tem entre 13 e 19 anos, e em muitos dos casos possuíam pouco ou sequer nenhum conhecimento sobre as prevenções de tais doenças. Outro aspecto relevante diz a respeito da gravidez precoce, segundo o banco mundial, 36% da população brasileira encontra-se nessa situação que (Vírgula) além de comprometer o desenvolvimento da mãe prematura, dificulta a vida do bebê. (Abordagem superficial do tema. Reestruture as discussões)

Dessa forma, é necessário que haja a formulação de leis que implantem a educação sexual nas escolas de ensino público e particular (Vírgula) e que informem e auxiliem os jovens na prevenção sexual. Além disso, deve-se contar com a participação e supervisão dos responsáveis no processo de aprendizado do adolescente. (Reformule e articule mais as ideias do parágrafo de introdução)

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 100 Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 50 Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 100 Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 50 Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto.
Nota final 400 Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos