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A educação sexual tem como objetivo orientar e ensinar jovens e crianças sobre algo normal de todo ser humano: a sexualidade. Conquanto, a educação sexual nas escolas brasileiras é precária, quando não inexistente, dificultando assim que essa parcela da população possa ter total consciência de sua sexualidade (Reestruture essa ideia). Nesse sentido cabe analisar as causas e consequências do difícil acesso à educação sexual.
A educação é um fator primordial para o desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. No entanto, a educação não atinge todas as expectativas, deixando a desejar em alguns pontos, sendo, um deles a educação sexual, que encontra como o principal fator para a sua não aplicação a falta de investimentos do governo e apoio familiar.
Segundo o filósofo espanhol (Vírgula) Fernando Savater, desde os anos de 1960 a taxa de gravidez na adolescência cresceu significantemente, tendo como causa o afrouxamento das regras em relação ao sexo antes do casamento, principalmente entre mulheres. De maneira análoga, é indubitavelmente notar que esse comportamento vem gerando impactos na sociedade atual, sendo um deles o novo modelo de família (aumentando o número de divórcios; liberação da mulher; ampliação da mulher no mercado de trabalho e as famílias monoparentais). (Como essas ideias se relacionam com o tema? Reestruture e articule mais as ideias apresentadas)
Contudo, é necessário a educação sexual para jovens e crianças (Vírgula) a fim de combater ou minimizar os efeitos negativos que geram na sociedade. Desta maneira, urge que o Ministério da Educação (MEC), juntamente com o núcleo familiar (Vírgula) deve promover (Vírgula) através de palestras e carga horária na grade curricular (Vírgula) aulas sobre sexualidade para sensibilizar e orientar os alunos. Cabe, (Sem vírgula) também ao ministério da saúde promover campanha sobre o uso de preservativos e fornecer acompanhamento psicológico a adolescentes gravidas. (Reestruture e articule mais a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |