Educação sexual: pornografia implícita ou algo essencial?
Tema: Educação sexual na escola
A educação sexual nas escolas tem sido um assunto muito discutido na internet, nos principais meios de comunicação, é algo que já deveria ser natural com o passar do tempo, mas infelizmente é um assunto silenciado pelos tabus e pela mente fechada dos brasileiros. (Reestruture o parágrafo de introdução e apresente a tese)
Informação é algo imprescindível ao ser humano, e a educação sexual deveria ser vista como forma de transmissão de conhecimento a jovens que estão numa fase de descobertas, e entre essas descobertas, a sexualidade. (Desenvolvimento limitado. Reestruture as discussões)
Ter uma vida sexual é algo normal e biológico, contudo, sem as devidas instruções (Vírgula) torna-se algo completamente perigoso, trazendo vários riscos. Por vergonha, muitos pais deixam de falar sobre sexo com seus filhos, e assim jovens e adolescentes ficam expostos a vários perigos pela falta de conhecimento. (Abordagem superficial do tema)
Então (Vírgula) a educação sexual na escola seria a salvação para estes jovens, (Sem vírgula) que aprenderiam usar métodos contraceptivos e evitar gravidezes indesejadas ou Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), entenderiam melhor os seus próprios corpos e saberiam identificar um abuso sexual e como se proteger destes. (Abordagem superficial do tema)
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Para uma melhor compreensão do que é a educação sexual, o Estado deveria promover reuniões com pais e alunos nas escolas que esse sistema fosse implantado, mostrando todo o conteúdo que seria aplicado, explicando em linguagem clara o objetivo desse projeto. E então (Vírgula) junto com as reuniões (Vírgula) trazer palestrantes especializados no assunto para conscientizar os pais, e consequentemente tabus seriam quebrados, e ao longo dos anos os problemas causados pela falta de informação sobre a sexualidade diminuiriam. Portanto os adolescentes viveriam esta importante fase da vida saudáveis. (Reestruture a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 50 | Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 50 | Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 100 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 400 | Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |