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A educação sexual é muito importante para a formação social saudável de um indivíduo. Entretanto o assunto ainda é tratado como um tabu, principalmente quando se recomenda que a sexualidade venha fazer parte da grade curricular escolar. Pela relevância do tema e complexidade (Vírgula) é fundamental que ele seja discutido tanto no âmbito familiar, bem como seja tratado, também, nas escolas.
Apesar de inferir erroneamente que a educação sexual incentivará uma vida sexual precoce, tanto as famílias quanto a sociedade têm feito vista grossa ou pouco acompanhado as pesquisas, que indicam que é cada vez mais cedo o início da vida sexual dos adolescentes, tornando-se um problema de saúde pública, pois a falta de informação colaboram para o aumento das DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis), bem como de gravidezes precoces, que conduzem para a crescente de outro problema: o aumento da evasão escolar desses adolescentes. (Discussões pertinentes, porém precisam ser reestruturadas e mais articuladas)
Outro ponto positivo da abordagem educação sexual nas escolas é a prevenção e combate ao abuso sexual de crianças e adolescentes, visto que grande parte dos abusadores fazem parte do seio familiar, ou seja, é papel do Estado e direito dessas crianças à proteção e informação para combater esses crimes. A informação sobre sexualidade contribui ainda para que o assunto seja transmitido com clareza e adequada a cada faixa etária, tendo em vista que muitas das famílias não dão educação sexual por que nunca foram educados sobre o assunto. (Delimite e articule mais as discussões)
Com base nas informações (Vírgula) infere-se que a educação sexual vem a somar na formação das crianças e adolescentes, para que se tornem cidadãos conscientes e possam se proteger dos possíveis perigos que estejam expostos no início e durante a vida sexual. E que diferente do que muitos pais e educadores pensam (Vírgula) a educação sexual não vai incentivar uma vida sexual precoce ou ainda ferir a inocência das crianças, pelo contrário, além de protegê-las, servirá de orientação para quando chegado o momento ela possa ser realizada com segurança, proteção e cuidado. (Reformule a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
650
|
A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |