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A vida sexual dos jovens, hoje, começa mais cedo do que antigamente. A polêmica educação sexual nas escolas gera desgosto de muitos adultos (Evite esse tipo de construção). Porém, por esta fase dos jovens estar iniciando mais brevemente é fundamental que as crianças e adolecentes aprendam a se prevenir desde cedo. Seja para evitar uma gravidez indesejada ou para prevenir uma Doença Sexualmente Transmissível (DST).
No Brasil, muitas meninas engravidam por falta de instruções dos pais e da escola (Vírgula) e consequentemente abandonam a escola para cuidar dos filhos. Caso as escolas se preocupassem em informar sobre sexualidade os dados seriam menores (Reveja essa ideia. Evite esse tipo de construção). Segundo o site Uol, na Alemanha, a responsabilidade de ensinar as crianças sobre a vida sexual é um dever do Estado, o que contribuiu para os baixos índices de gravidez no país. Assim, só reflete a importância do assunto em sala de aula. (Ideias pertinentes, no entanto precisam ser mais articuladas para evitar um desenvolvimento superficial)
Além de uma gravidez indesejada, o risco de contrair uma (DST) doença sexualmente transmissível, é um risco que poderia ser evitado aos jovens se possuíssem mais conhecimento (Problemas na construção de sentido). Segundo o site BBC, a falta de informação sobre sexualidade entre os jovens no Brasil contribui para que sejam altos os números de transmissão do HIV. Logo, se faz urgente a importância de educação sexual nas escolas. (Explore mais as discussões)
Portanto, deve-se implementar educação sexual nas escolas com urgência. O Governo deve fazer campanhas explicando a necessidade da educação sexual para que os adultos compreendam a importância dessa ação. A prefeitura atuaria como parceira do Governo para qualificar os profissionais da àrea de educação ao ministrar cursos extracurriculares sobre o tema. Assim, haverá uma diminuição em gravidezes precoces e DSTs na juventude. (Articule mais a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |